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segunda-feira, dezembro 10, 2012
Quanto custa uma arte? – vídeo
Primeiro dos vídeos orientando novos autores como gerenciar sua carreira, cobrar pelas suas artes, conseguir bons contratos e ter sucesso:
http://www.youtube.com/watch?v=w6T2lysmxl0&feature=youtu.be
Crédito da foto: Branca de Neve – 2012.
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Direitos Trabalhistas dos Autores – 2
Acabo de receber de um colega ilustrador o relato de como foi abordado por um agente com um contrato onde:
"o contrato, para escritores, previa que todo material publicado na edição, ilustrações, fotos, gráficos, seria incorporado à obra, ou seja, passaria a pertencer ao escritor."
Donde concluo, sem medo de errar, que o cérebro do agente cabia numa casca de noz.
Ele preferia receber seus percentos apenas dos percentos do escritor, ao invés de parasitar os demais do ilustrador, tradutor, fotógrafo, editor e designer. Até tentando se dar bem tem gente que fura o próprio olho.
Mais uma vez, sem medo de falhas, recomendo a todo autor que estude a LDA e redação contratos. A priori, no dia-a-dia, não precisamos de muito pra começar. Na hora de briga feia, podemos correr direto no advogado, que será mais isento do que um agente que tem em sua carteira esse tipo de contrato. Até com advogado tem de ser escolher bem, pois na AUTVIS, por ex. havia adv da Ática! Ou seja: conflito de interesses! A Ática hoje pertenca a Abril, que adora empurrar contratos mandrakes nos novatos. Quem já conhece, pede o contrato "tipo C" (se me lembro bem do nome dados pelos colegas de SP) que não é de cessão. Quem anda desinformado assina qualquer porcaria por dezmerréis.
Direitos Trabalhistas dos Autores
Lembro de ter ouvido de uma colega autora de texto, que a agente literária Lúcia Riff não considerava que os autores da imagens comercializadas deveriam receber direitos autorais por suas artes!
Essa parece ter sido a opinião de muitos, naqueles anos obscuros da cultura brasileira.
Se hoje conseguimos o cumprimento da lei e contratos minimamente dignos (ainda mínimos..!) é por conta do trabalho de ilustradores como Graça Lima, Roger Melo, Maurício Veneza, Marcelo Pimentel, Adriano Renzi, Alarcão, Montalvo Machado (este mais que todos!), Silvana Marques, Flavio Mota...(acrescente quem quiser mais nomes, pois hoje somos muitos!) – que chegamos ao patamar de profissionamlização que a cultura precisa pra ganhar destaque mundial. Graças a eles que reformulamos os contratos, e continuamos buscando relações mais justas.
Nem advogado, nem agente, esteve ao nosso lado! Apenas a AEILIJ ajudou, no histórico Fórum Nacional em SP onde firmarmos um acordo de parceria na batalha por contratos justos, onde os ilustradores recebem seus DAs pagos pelo empresário que explora comercialmente sua arte.
A chegada dos espanhóis vem nos prejudicar. Além da já antagônica Record, a Leya e a Planeta afirmam que "não pagam direitos autorais aos ilustradores". Ou seja: querem implantar aqui algo que os ilustradores lá fora já rejeitam: contratos de violação de direitos. Os direitos autorais dos autores da imagem é o nosso equivalente dos direitos trabalhistas. E não se pode obrigar um trabalhador à assinatura de um contrato em que ele abra mão de seus direitos!
Fico pasma que até hoje os advogados e agentes não tenham percebido que o filão da ilustração é extremamente lucrativo, se bem gerenciado. Diferentes do texto, a imagem possui inúmeros destinos não conflitantes, e uma mesma imagem pode rodar o mundo e render dez vezes mais que um texto. E sequer precisa de tradução ou edição! Nem mesmo as editoras que obrigam cessões leoninas percebem isso. Pois mal administram seus imensos bancos de imagens. Apenas os jornais que usufruem literalmente, para sempre, dos direitos de milhares de fotógrafos sabem cobrar, e muito bem, por qualquer uso de imagens de seus stocks.
Mas o panorama é favorável a quem quer construir uma carreira sólida como ilustrador. Se a Leya, Planeta e Record não pagam os justos direitos, temos aí centenas de novas editoras, crescendo na conta do talento e competência, sem explorar injustamente os ilustradores. E como sabemos, não é só de livros que vive o ilustrador.
Dorme em paz ilustrador, e deixe os DAs se acumularem em sua conta bancária.
sábado, março 24, 2012
O autor, seus direitos e o artigo do Tulio Viana na Revista Fórum
Existe uma visão muito limitada dos que são as relações contratuais no nosso meio, o editorial. Não há na LDA nenhuma imposição quanto à forma de remuneração do autor, quando da utilização comercial de suas obras. Assim, graças a uma nova consciência de seus direitos os escritores, ilustradores e editores estão experimentando novas formas de publicação e novos modelos contratuais. Leiam o artigo do Tulio Viana, uma dos principais críticos da ministra, cujo link coloco aqui. http://www.revistaforum.com.br/conteudo/detalhe_materia.php?codMateria=8670 Ele critica o atual modelo da LDA ressaltando que os escritores não se beneficiam da mesma pois, quando muito, seus ganhos equivalem a 10% do preço de capa. O leitor fica com a impressão errada de que a culpa por esse baixo percentual é o formato da Lei, e que portanto ela não é útil a nós autores. E também ele não esclarece que não é o editor que fica com o restante dos 90%!!! Não informa que na realidade o editor fica com 20%, de onde ele ainda terá de descontar serviços de revisão, diagramação, pesquisa, registro e depósito, ISBN... mais os custos do ilustrador, fotógrafo, tradutor – quando existentes – pois esses trabalham na base de adiantamento de direitos autorais. Não informa, ou talvez não saiba (?), que o custo de impressão, distribuição e revenda é que come a maior parte do preço de capa de um livro no Brasil. Tornando-o mais caro do que países onde a população tem poder aquisitivo mais alto que o nosso. Não ressalta que as novas tecnologias, o e-book, venda de gravuras e produtos gráficos diretamente online, tem possibilitado novas divisões de lucros, já que reduz o custo de produção e distribuição da obra criativa. Não informa ou não sabe, que estamos conseguindo negociar melhores contratos, com prazos justos, ganhos razoáveis, utilizações onde incidem a devida remuneração, e que isso tem possibilitado melhor e maior produção. Portanto, ao contrário do que o artigo indica, a LDA atende aos interesses do autor. Aliada às novas possibilidades de acesso direto do público com os autores, encaramos uma época de verdadeira liberdade criativa e produtiva.
Um cidadão, alheio à rotina de um escritor, ou outro profissional qualquer ligado a produção de um livro, ou obra visual, continuará leigo quanto a isso, mas passará a repetir o discurso de que "tudo bem acabar coms os direitos autorais! Pois ele só serve aos interesses escusos de empresários que exploram os autores!"
É exatamente o que sou obrigada a escutar quase que diariamente nos debates sobre o tema! A questão se torna ainda mais bizarra, quando eu, autora, informo prontamente que não é assim que acontece. Que milhares de autores estão a viver de seu trabalho autoral, usando a LDA, sem falar de outros tantos que na extensa rede produtiva da cultura, usufruem dos direitos conexos. Garanto, olhando nos olhos, de que tenho conseguido, aqui e ali, melhores contratos, e que a vinte anos sustento minha produção, minha família e um contínuo aperfeiçoamento de minha arte, graças a existência da LDA e da forma como ela atrela minha produção ao uso comercial da mesma. E ainda assim... não acreditam! Porque, afinal, tem gente importante, controladores de opinião, que garantem que sabem mais de nós autores do que nós mesmos!
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URGENTE: apoie a lei que limita em 5 anos os contrato de cessão de direitos
Amigos, entrem no site da camara e falem diretamente com o autor do projeto que limita os contratos em 5 anos. Parece que pouca gente está compreendendo a importância imensa desta alteração.
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quarta-feira, março 21, 2012
LEI que LIMITA a cessão de direitos autorais a CINCO anos!!! Apoie!
Vejam este link. É o tipo de resolução que vem de encontro a nossos interesses integralmente. Pois devolve aos autores a oportunidade de bons contratos e de maior transparência na utilização de nosso trabalho. No mesmo link tem lugar pra apoiar, comentar e até mesmo se comunicar com a camara. Creio que é caso de todos os autores mostrarem seu interesse e apoio. Já que o combate a contratos leoninos, com prazos infindáveis, que na prática condenava nosso trabalho à gaveta, foi uma de nossas maiores queixas. http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/409757-TRANSMISSAO-DE-DIREITOS-AUTORAIS-PODERA-SER-LIMITADA-A-CINCO-ANOS.html
sexta-feira, março 18, 2011
Arte: quem decide é o público.
(Estudo para capa. Obra publicada pela Editora Geração, em 2011)
Numa resposta a um blogueiro, eu tentei mostrar que a culpa pelo preço e dificuldade de acesso nunca é do autor. Mesmo casos extremos, onde algum herdeiro não libera a obra, é algo raríssimo, e só chama a atenção quando é com algum famoso. Aqui no Brasil lembro de dois casos: Cartola e Monteiro Lobato.
O caso do Lobato, só deu a confusão que deu, porque o próprio Lobato quis que toda sua obra ficasse cedida integralmente à Editora Brasiliense. Não previra que assim conseguiria o oposto do que queria! A Editora foi comprada, a família já não queria concordar com os tratamentos dados...
No meu limitadíssimo ponto de vista, me parece que o alto custo do acesso está no preço das estruturas necessárias pra levar a arte ao público. No caso da Internet essa estrutura é a tecnologia montada pra que o usuário acesse a rede. Esse custo é alto, se o usuário tiver de pagar o provedor, a linha telefônica, o minimodem...
Em shows, peças de teatro, cinema, o custo é a estrutura, os profissionais contratados.
E no caso dos livros... esse já poderia ser resolvido já!
Já devem ter visto aqui na lista eu e outras pessoas denunciando que no preço que você paga em um livro - chamado preço de capa - o custo do autor não passa de 10%. Pode até ser menor, visto que vai depender unicamente do acordo entre autor e investidor (o editor).
Os outros 90% são engolidos por custo de editoração (uns 20%), gráfica (uns 50%) e distribuição e venda (40%).
Esses 40% ficam pra livraria (que às vezes dividem com distribuidor) sem que ela precise arriscar nenhum capital. Se o livro não vende, ela devolve o produto e quem engole sozinho o prejuízo é o editor. A gráfica já está paga e o autor pode simplesmente esperar acabar o contrato e levar o texto/imagem pra outro editor.
Em grande redes é "normal" que a parte do livreiro seja de 70% a 80%. Repito: sem o menor risco! Isso é uma aberração dentro do sistema capitalista. A parte maior deve sempre ficar com que assume o maior risco! No caso o editor.
O correto seria o editor ter pelo menos 50% na mão. Isso, e apenas isso já baratearia o preço do livro.
O livro fica caro porque o editor tem de recuperar com o mínimo de vendas o seu investimento! Isso também impede que os editores possam dar adiantamentos aos escritores, que dificilmente conseguem se dedicar a sua arte sem ter um emprego paralelo. Menor dedicação, menor qualidade. Bolsas prêmios quebram o galho mas são uma ajuda limitada e contaminada pelo gosto do juri.
O que baratearia o livro já está à nossa disposição:
- venda direta;
- parceria com livraria onde a parte seria de no máximo 30% pro revendedor;
- ebooks (quando possível, economiza os 30% da impressão).
- mais compradores, tiragem/downloads maiores! Isso então, pode colocar o valor em até um décimo do original! Ou seja: quanto maior o acesso do público, mais barato fica!
Entretanto, vimos a acesso a Internet (paga) crescer exponencialmente e os valores dos provedores continuarem altos!
Reestruturar esse mercado ajudaria a reduzir custos.
Não simpatizo muito com patrocínios diretos intermediados pelo governo, porque temo que vire arte panfletária. E a liberdade artística é essencial pra cidadania.
Melhor, e certo, é que o público pague pouco (o preço justo) e PRINCIPALMENTE que o público tenha salários dignos, que o tornem livre pra escolher no quê quer gastar o dinheiro!
Reduzir a desigualdade social aqui no Brasil é essencial se queremos avançar. Mas não há vontade política para tal.
Abs,
Thais Linhares
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quarta-feira, março 16, 2011
Mais um CONTRA os autores
Bruno, deixe-me colocar aqui a observação de uma autora que sustenta sua família unicamente com base nos meus ganhos com direitos autorais pelo uso da obras que eu crio.
Não há o menor sentido no que colocou.
As novas tecnologias, finalmente, trouxe a oportunidade não só de nos divulgarmos e lucrar diretamente com nossa arte, como foi responsável pela criação de uma grande rede de contatos que usamos pra orientar autores de todo o país em como elaborar bons contratos.
em minha área, as mudanças a favor do autor foram radicais, com reflexo imediatos na qualidade das relações com editores.
Sabe quanto o autor ganha na capa de um livro? 10%, e se não pudermos contar com a proteção da lei..? Será 0%.
Isso ocorre porque as livrarias ficam com 50% até 80% do valor! E sequer participam do risco. Quem mais arrisca é o editor, que investe capital e know-how, e se o livro não vende, engole o prejuízo.
Com a pirataria na rede, vi livro de amiga minha se downloadeado em mais de 5.000 exemplares, que é maior do que a tiragem usual de um livro. Resultado: o editor não quer mais re-editar! Pra que?
O problema não é com a Lei dos DAs, que não é a mais draconiana do mundo, e só não teve sucesso (no passado) em proteger melhor o autor porque vivíamos o isolamento típico do criador e a ignorância de nossos próprios direitos! Foi apenas nos últimos anos que começamos a criar jurisprudência em conseguir anulação de contratos leoninos. E se a uns 10 anos atrás um escritor ou ilustrador que peitasse um contrato leonino ficava "queimado no mercado", hoje, inverteu-se a situação. Agora o difícil é achar uma editora que não procure elaborar contratos justos e atraentes! Tudo graças a um trabalho exaustivo de conscientização e união dos próprios autores.
Três, agora grandes, associações só de autores, orientam gratuitamente os novatos, pra que iniciem seu relacionamento com o mercado. Isso já alterou até mesmo nossos critérios de qualidade, dando um verdadeiro empurrão em direção a uma produção de excelência na cultura!
Ainda quanto a questão dos 70 anos pros herdeiros... Entenda que outros patrimônios de natureza igualmente lucrativas... não caem em domínio público JAMAIS!!! Meus filhos, se tiverem sorte e souberem investir em reeditar minhas artes, poderão por 70 anos receber. Tenho cuidado bem de meus contratos pra garantir que eles tenham essa benesse, e não algum banco de imagens malandro. Depois, eles perdem esse direito que vira patrimônio da humanidade. Esse tipo de benefício ao público SÓ OCORRE COM OS DIREITOS AUTORAIS E PATENTES! E essa é a herança que deixarei, daquilo que eu fiz na solidão do meu ateliê, aos meus filhos. Em meu caso, que não sou famosa, apenas migalhas. Mas... se todo mundo quer ganhar com minha arte... porque não minha família?
Cuidado ao jogar num mesmo saco, todos os tipos de arte. Cada campo há um processo diferente! Não tenho nada a ver com o ECAD, e acho absurdo que as leis privilegiem o monopolio pra um escritório de arrecadação. Vivo com medo que colegas meus, desavisados, apoiem a criação de mostruosidade similar que arrecada no uso de textos e imagens, como o AUTVIS está tentando fazer! Pra acabar com o ECAD, basta quebrar seu monopolio e só permitindo que administre as obras que ele contratar junto aos autores.
No mercado do livro, o vilão é o custo de colocação de venda... algo que vai mudar! Porque agora qualquer autor e editor pode vender via site! Temos tudo pra melhor isso aí. Imagine comprar um livro onde só se precise pagar os 10% do autor e os 20% do trabalho da editora? Todo livro cairia seu preço pra 1/3 do que é pago. Na verdade, cairia muito mais, porque ao invés de ter de recuperar o investimento em 3.000/5.000 exemplares, a gente estaria vendendo 10.000...50,000... e poderíamos amortizar o nosso custo autor em muitos, e muitos downloads!
Isso tudo irá por água abaixo se cortarem nossos direitos! E NÃO VAI BARATEAR O ACESSO, por que o custo maior desse NÃO Ë REFERENTE AOS NOSSOS MÏSEROS PORCENTOS! E sim ao custo de uso da tecnologia! Não se iluda! Nada que vem pela Internet é gratuito, paga-se em algum ponto da corrente. E rompeu-se o elo mais fraco e justo o de menor participação, OS AUTORES!
PS.
Sabe porque a pirataria é crime?
Por que é injusto que sicrano e beltrano ganhe com a obra do autor sem sequer lhe repasser os tostões que cobririam o custo de criação.
Não culpem os autores pelas insatisfações com aqueles que vieram lucrando com nosso trabalho. Mude-se o sistema para que os intermediários não prejudiquem nem público nem criador. Vocês estão indo no pescoço mais frágil, porque é mais fácil.
As majors lidam com lucro, com capital. Se não puderem mais ganhar dinheiro explorando a arte, simplesmente irão investir em outro lugar... na tecnologia de rede por exemplo, onde continuarão a ganhar com o conteúdo dos artistas... mas agora sem pagar nada!
Se quer combater o "inimigo" deve-se tentar pensar com a cabeça do inimigo... mas antes de tudo, saber indentificá-lo corretamente.
Não somos nós os autores (em nosso direito autoral) a prejudicar ninguém!
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segunda-feira, março 14, 2011
Direitos autorais: esta NÃO é uma luta do Ecad contra o Creative Commons! Por Leo Cunha.
(Estudo de cor para a obra "O Pequeno Filósofo" de Gabriel Chalita,
publicada pela Editora Globo em 2011).
by Leo Cunha on Sunday, March 13, 2011 at 1:35pm em sua página do FaceBook:
Neste fim de semana eu li muitos textos de blogs, sites, twitters e facebooks sobre a questão dos direitos autorais.
O que me deixou mais impressionado é que tudo parece se resumir, de forma simplista, a uma guerra entre duas turmas: a turma do ECAD e a turma do Creative Commons (incluindo os chamados "blogueiros progressistas").
Isto me parece um erro enorme de percepção. Claro, estas duas "turmas" são mesmo as mais proeminentes, mas não são os únicos "jogadores" em campo.
Como escritor de literatura infantil, há 20 anos, e membro fundador da Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEI-LIJ), há mais de 10 anos, eu acho importante deixar claro que, fora do Ecad e para além dele, há vários outros setores da classe artística que também têm suas preocupações, opiniões e reivindicações próprias, no que se refere aos Direitos Autorais e à Propriedade Intelectual.
No caso da AEI-LIJ, uma de nossas bandeiras é a recusa ao Parágrafo Único do Artigo 46 (da proposta de mudança da lei dos DAs), por entender que ele fere mortalmente nossos direitos autorais, que afinal são, como temos explicado insistentemente, os nossos direitos trabalhistas.
Entendam: os DAs são a única remuneração dos escritores, são o nosso salário. Não podemos nos dar ao luxo de abrir mão dos nossos DAs (nosso SALÁRIO, repito) para depois compensar fazendo shows ou participando de festivais, por exemplo. Somos diferentes, neste sentido, de uma banda de rock ou de um curta-metragista, para quem os DAs podem ser, muitas vezes, algo secundário.
É muito comum eu (e muitos escritores) encontrar sites que publicam o PDF gratuito de um livro meu e ver que estes sites ganham dinheiro com banners ou patrocínios diversos.
O site vai argumentar que está simplesmente "disponibilizando" ou "compartilhando" o arquivo, termos muito simpáticos, modernos e politicamente corretos. Mas, para mim, o que este site faz é "publicar" meu livro sem me pagar direitos autorais. É "vender" meu livro (pois mesmo que seja gratuito, o site ganha a parte dele e não me repassa a minha parte).
Quero deixar claro que não me importo que algum site ou blog reproduza qualquer texto meu, DESDE que não lucre em cima disso.
Então, por favor, não venham dizer que sou contra o compartilhamento, contra a democracia virtual, contra a inteligência coletiva, ou algo parecido. Sou a favor de tudo isso, desde que ninguém ganhe nada, ou, melhor ainda, desde que cada um ganhe a sua parte.
Abraços,
Leo Cunha
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ESTE TEXTO É LIBERADO PRA REPRODUÇÃO
(Arte que criei para o card-game Peleja ® de minha autoria.
Pode baixar, imprimir e usar. Liberado pra uso não comercial,
recreativo e educativo. Pode reproduzir em seu blog também.
No site www.yagarape-books.com você encontra as outras cartas)
Se existe um mérito nesta questão dos Direitos Autorais com certeza é a oportunidade de esclarecer juntos aos ignorantes do assunto, a natureza do trabalho autoral.
Numa réplica ao que escrevi anteriormente, certa pessoa colocou que pirataria não é crime porque "não tira pedaço" da obra original. Com base neste mesmo raciocínio então poderíamos requerer que os médicos, massagistas, professores, também trabalhassem de graça. Se bem que no caso dos professores, pra vergonha do país, já seja praticamente assim.
Ele entrega sua total ignorância sobre a natureza do trabalho autoral. Nós, artistas, não somos remunerados no ato de produção, como ocorre com outras atividades humanas. Somos remunerados quando alguém lucra, de forma direta ou indireta, com o que produzimos.
E para que se lucre com o que produzimos, tudo que é pedido é que se entre em acordo com o artista e que se respeite os direitos morais do criador. Neste acordo, cabe inclusive, a publicação gratuita, e é comum os artistas doarem obras e cachês para caridade.
Na Internet, como em qualquer mídia, arte é consumida em troca de capital. O porém é que este capital não esta sendo repassado na parte de direito de quem criou a arte. A Lei dos Direitos Autorais brasileira, não foi criada para prejudicar a difusão da arte! Um contrasenso que nenhum autor jamais apoiaria. Ela foi elaborada para garantir que os autores possam continuar produzindo, cada vez mais e com melhor qualidade.
A Internet nos trouxe duas grandes oportunidades:
1- Agora todo autor pode optar por dispor diretamente sua arte ao público, e também receber por isso sem intermediários. Produtores, editores, livreiros, mais que tudo, são de fato parceiros dos autores, já que não há mais como se valer do isolamento do autor pra impor contratos desleais;
2- Nunca houve tanta facilidade de acesso, e com ela, o lucro que o autor pode receber pelo que faz é centenas de vezes maior. Um menino pobre, na periferia de Caxias ou Bombai, pode usar da Internet pra ficar famoso em dias e garantir o seu sustento e colocação no contexto da cultural mundial! Estamos falando de dimensões planetárias aqui. É tanto dinheiro, que estão a querer modificar uma lei, só pra garantir não ter que dividí-lo com quem é de direito, quem é a ponta que sustenta a criação!
Não acho que seja por acaso, que justo quando os autores começam a pesar mais o lado na balança, que estejam querendo roer nossa corda!
O que é mais difícil de entender é que usuários desavisados, que parecem apenas interessados em baixar gratuitamente os hits do momento, apoiem iniciativas demagógicas, que por princípio irão desestimular a criação artística! Qual a lógica disso, a não ser a de que quem tem mais dinheiro, faz melhor sua propaganda e assim convence o público que os artistas são inimigos de si mesmos, não querendo embarcar na oportunidade de ouro da grande rede mundial.
Use a cabeça usuário. Ninguém quer diminuir o seu acesso. Nós, autores da arte que você curte, estamos a ser novamente explorados. Estamos do seu lado, não contra você.
Thais Linhares – AEILIJ , ABIPRO, ABCA.
http://thaislinhares.blogspot.com
EM TEMPO:
Eu, Thais Linhares, autora de imagens, textos, libero esta mensagem para reprodução por quem desejar divulga-la, de forma gratuita - a única restrição é citar a fonte, o contexto, a data e não alterar, nem suprimindo ou adicionando, o seu conteúdo.
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AUTORES, INTERNET e DIREITOS AUTORAIS
(Ex-libris criado pra amiga Vanessa Lampert em 2011)
O Leo continua levantando pontos importantes sobre a questão de nossos direitos de autor.
Resumi aqui algumas colocações dele. O que é importante pra desarmar os apedeutas que acham de autor é contra a difusão de sua própria arte. Ainda não entenderam que difusão é publicação. E o que queremos é ganhar nossa parte, o que é o certo pra todos que trabalham neste país. Abaixo
1 - Que fique claro que nós autores:
- NÃO QUEREMOS CRIMINALIZAR A INTERNET.
- NÃO QUEREMOS PERSEGUIR NEM PRENDER USUARIOS ISOLADOS DA INTERNET QUE FAZEM DOWNLOAD DE NOSSAS OBRAS.
- Não queremos acabar com o anonimato de quem faz os downloads, não queremos registrar os nomes, idades, IPS, nada disso.
2 - Nossa luta, pelo contrário, deve focar a outra ponta. Não atacar nem cobrar de quem baixa os livros (mesmo porque são milhares, milhões), mas de quem disponibiliza os livros (que são algumas dezenas, talvez). Principalmente os SITES que disponibilizam (ou "compartilham" ) os livros sistematicamente e gratuitamente embora recebam por isso de uma destas formas:
- Banners publicitários
- Patrocínios diversos
- Assinatura
Se eles podem lucrar (por algum destes meios citados acima), porque não dividem os lucros? Mesmo se a parte do autor for mínima, é justa.
3 - Contra o argumento muito comum de que não há como controlar estes sites e os downloads, podemos argumentar que:
- Estes sites têm estrutura suficiente para se viabilizar como negócios, para publicar centenas de livros, para controlar as assinaturas. Se conseguem se estruturar para fazer tudo isso, por que seria impossível controlar as obras que foram baixadas?
4 - NÃO SOMOS INFLEXÍVEIS E DEFENDEMOS O DIÁLOGO ENTRE AS PARTES.
Se alguém ainda quiser entrar lá e opinar, será bem vindo, no
http://www.facebook .com/notes/ leo-cunha/ direitos- autorais- esta-n%C3% 83o-%C3%A9- uma-luta- do-ecad-contra- o-creative- commons/16078572 7308206
(Leo Cunha)
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sábado, março 12, 2011
Palavra, sábia palavra, do Leo Cunha, sobre direitos autorais.
(Aquarela publicada pela Editora Nova Fronteira, no livro
"O Tesouro das Virtudes para Crianças - 3", de
Ana Maria Machado. Autora da imagem: Thais Linhares).
O Emir Sader, que eu sempre considerei um cara lúcido, me soltou essa bobagem: "a elite tem medo dos artistas e da sua criatividade sem cânones dogmáticos e sem pensar no dinheirinho dos direitos de autor, mas na liberdade de expressão e na cultura como um bem comum." Que papo é esse, Emir? Em que emirado você está vivendo? Quem defende os direitos autorais não é nenhuma elite, são milhares de escritores e ilustradores (no caso do livros, e milhares de compositores, no caso da música, etc). Nosso TRABALHO é criar prosa e poesia e ilustrações e merecemos remuneração por este TRABALHO. Os direitos autorais são o nosso pagamento, o nosso salário. Não somos representantes de nenhuma elite nem nenhum grande conglomerado. Aliás, nosso grande inimigo, nesta luta em torno dos direitos autorais, é uma pequena empresa chamada Google. Peço licença para me usar como exemplo. Eu escrevo livros infanto-juvenis há 20 anos. Me preparei para tanto há mais tempo que isso, lendo muuuuuuuito durante toda a minha vida, fazendo traduções, fazendo uma especialização em Literatura Infantil, fazendo um mestrado em ciência da informação, e agora em meio a um doutorado. Como alguém pode ignorar que isso é o meu TRABALHO? Que eu mereço ser pago pelo meu estudo, meu esforço, minha criação? Se você está certo em um ponto, é que os direitos autorais são, para a maioria de nós, um "dinheirinho". E muito suado. Cada livro meu que é vendido no mercado (a preços que variam de 15 a 30 reais, geralmente), me rendem de direitos autorais algo entre 1 e 3 reais. Não mais que isso. Quando há uma compra governamental, os preços caem muito, então os autores recebem algo como 30 ou 40 centavos por livro. Centavos! Se o livro não vende nada, eu não ganho nada. Se vende bem (o que no Brasil é incomum) eu consigo receber uma remuneração razoável. Como você vê, meu trabalho é de alto risco, ao contrário do trabalho de quem disponibiliza o PDF dos meus livros num site cheio de banners. Quer dizer então que estes sites cheios de banners (que são pagos, obviamente) estão do lado certo, moderno, avançado, o lado da inteligência coletiva e da democracia cultural? E eu, que exijo apenas a remuneração pelo meu trabalho, estou do lado errado, do lado do atraso? Estou do lado dos cânones dogmáticos? Só penso "no meu dinheirinho dos direitos autorais"? Ou será que o atraso é representado por aqueles que querem derrubar este grande avanço que foi a profissionalização do artista. Assim corremos o risco da volta dos velhos mecenas (aristocráticos, religiosos, ideológicos, etc) que permitem, abonam e subvencionam apenas o que lhes interessa pessoalmente. Repare que eu não sou contra qualquer autor disponibilizar o que quiser na internet. Eu mesmo publico, frequentemente, poemas inéditos na minha página do Twitter. O que eu não posso admitir (e esta posição é unânime na AEI-LIJ - Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil) é que alguém - especialmente alguém com a inteligência e preparo de um Emir Sader – venha nos negar a remuneração por nosso TRABALHO.
Atenciosamente, Leo Cunha
By: Leo Cunha (in Facebook, reproduzido com permissão do autor, como deve ser!)
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quinta-feira, março 10, 2011
CARTA DE APOIO À MINISTRA ANA HOLLANDA

Rio de Janeiro, 09 de março de 2011.
Exma Ministra da Cultura
Sra. Ana de Hollanda,
Ilma. Ministra,
A Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEILIJ) vem manifestar total apoio às declarações de V. Exa. sobre as mudanças na Lei de Direitos Autorais.
A posição adotada por esta Administração traz grande alento aos autores que, finalmente, veem o MinC preocupar-se em respeitar os direitos dos autores de obras artísticas e intelectuais. A orientação política delineada por V. Exa. vem ao encontro das demandas que apresentamos ao v. antecessor, e divulgadas em nossas publicações e cartas há muito tempo.
A AEILIJ tem participado da Câmara Setorial do Livro, Leitura e Literatura por alguns anos e em diversas ações do MinC. Em 2010 publicamos na edição nº 14 de nosso boletim uma entrevista com Marcos Alves de Souza, da Diretoria de Direitos Intelectuais do MinC, que nos garantiu que nenhuma cláusula lesiva aos direitos dos autores passaria no anteprojeto de Lei. Como pudemos constatar, não foi bem isso o que aconteceu. O parágrafo único do artigo 46 da minuta proposta pela antiga gestão do MinC, por exemplo, fere todos os nossos direitos ao permitir o uso quase ilimitado do nosso trabalho sem autorização e remuneração.
Tornamos público nosso apoio e colaboração à corajosa iniciativa de V. Exa., na certeza de que defendemos a sobrevivência artística e profissional dos autores que representamos, assim como à democratização da Literatura no Brasil.
Atenciosamente,
Anna Claudia Ramos
Presidente da Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil
www.aeilij.org.br
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terça-feira, junho 29, 2010
sexta-feira, junho 25, 2010
Senhor Cunha contra os Autores Malvados!

Lendo algumas das propostas no site do http://www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral/consulta/ que está aberto a "discussão da reformulação da Lei Brasileira de Direitos Autorais", vi boas colocações, bem lúcidas, o que deu um destaque maior ainda a um trecho que poderia bem concorrer ao título de "tolice do século", colocado por um senhor cuja atividade eu ignoro.
Diz o homem, que tudo que o autor criar é fruto da cultura que ele absorve, portanto, ele está em dívida com a humanidade, e deveria explorar sua criação apenas por um tempo limitadíssimo. E que os parlamentares deveriam proteger a humanidade destes autores malvados... E ainda citou o caso das mega-empresas que compram patentes de remédios para mantê-los fora de uso.
Ai, se ignorância matasse... Mas espere! Ela mata sim!
Estamos prestes a ver o assassinato da produção cultural do Brasil!
Ok, vamos usar a imaginação e colocar o homem aqui, nesta sala acarpetada e pacientemente esclarecer porque sua tolice é de fato tão tola...
Primeiro:
TUDO que é feito, produzido, consumido, repassado, pensado... é fruto do trabalho anterior de outro, é fruto da cultura onde está inserida.
Assim, um médico só consegue operar porque usa o conhecimento de outro médico antes dele.
Só se planta tomates (olha eles aí de novo!) porque milênios atrás alguém descobriu como arar a terra, porque teu vovô comprou essa terra pra você, e porque alguém inventou a moeda e o sistema econômico...
Enfim, TODOS estamos em débito com TODOS, e foram TODOS que combinaram uma cultura capitalista onde se o autor não receber ele não come!!!
Sacou? Ou preciso "desenhar"?
E... "por tempo limitadíssimo" quer dizer o quê?
Um ano?
Um minuto?
Somente o fato, deste direito ter tempo limitado, já é um ônus que passamos. Outros bens, de natureza diversa, não são tirados das famílias.
Você não devolve o terreno onde criou gado por 75 anos, para que o povo possa usufruir do mesmo.
Olha, até que seria justo...
Que tal devolver a casa onde teu avô nasceu, e passá-la a uma família sem teto?
O volume de obras em domínio público é tão grande que nem em tua vida inteira poderia usufruir de 10% dele.
E o acervo cresce imensamente todos os anos, GRAÇAS aos criadores, tão malvados...
Tenho certeza de que você trabalha pensando no futuro de sua família. Deve estar a acumular algum patrimônio, fruto de seu trabalho honesto e suado. Assim, seus filhos terão a chance que você não teve...
Pois é... eu TAMBÉM.
Só que, diferente de você, meu patrimônio é constituído de DIREITOS AUTORAIS.
Estou cuidadosamente negociando contratos (e não é fácil peitar o mercado e os megamegamega editores nestas questões, mas eu sou corajosa, ainda não vi você aqui pra ajudar...) de formas que eu tenha material para minha aposentadoria (é nós autores não temos esses seus privilégios..), e alguma garantia para os meus filhos, que irão cuidar do que criei depois que eu partir para o pó.
Não sei, nem sou obrigada, a acumular bens de outra forma.
Não teria como me dedicar à arte e ao mesmo tempo a outro meio de subsistência, e ainda conseguir a qualidade e dedicação que ofereço.
Pode parar de querer meter a mão no meu bolso?
Quanto às mega-malvadas que seguram patentes de remédios... isso é propriedade industrial (seu ignorante) e não autoral!!!
Na LEI BRASILEIRA DE DIREITOS AUTORAIS você não pode fazer isso! O autor pode, e deve reclamar, se a editora bloquear sua publicação, e é DEVER do produtor/editor/blablador/etc LEVAR AO PÚBLICO A ARTE!!!
Se você, senhor Cunha, tivesse ao menos LIDO a Lei antes de falar besteira...
Um adendo nada a ver:
Choramingam sobre acesso isso, acesso aquilo... mas o que a turma baixa mesmo é Lady Gaga e Crepúsculo.
Enquanto isso estão a elaborar mudança que vai destruir justamente os pequenos empresários (editores, livreiros, gravadoras independentes) e os autores que não têm papai rico pra se lançar.
O senhor Cunha você detesta os autores, somos tão malvados e egoístas!
Mas a verdade, desconfio, é que não tem é talento... e a inveja lhe consome.
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terça-feira, maio 25, 2010
DIREITO do PÚBLICO e DIREITOS AUTORAIS
A Lei Brasileira dos Direitos Autorais não precisa ser modificada pra aumentar o acesso ao público às criações autorais. O que precisa é que aqueles que fazem fortunas bilionárias às custas do conteúdo que nós criamos parem de ser fominhas e repassem o justo aos criadores, incentivando cada vez mais assim a criação e o acesso à mesma.
Sempre tem alguém fazendo fortuna com isso, mesmo num Pirate Bay da vida, eles arrumam como ganhar uma grana (vai você tentar anunciar lá de graça...). Parece que só os autores não conseguem ganhar... claro, como bancar os advogados das "Googles"? Como barrar essa publicidade martelante que quer convencer o povo de que a culpa pela dificuldade de acesso gratuito às obras é dos autores? E pelo jeito está convencendo... Agora... Será que ainda ten gente boçal que acredita que autor pode viver de brisa? Que a arte é fruto apenas do "dom"divino?
Que o artista é malandro boa-vida e que viver de arte não é profissão de verdade?
Curioso que ,gente que pensa assim, ao mesmo tempo considera que a cultura por ser um "bem essencial" deve ter livre acesso (às custas dos autores que ralam pra caramba pra produzir e não dos provedores e portais que estão enchendo o bolso de dinheiro!) Ok... então poderiam também liberar a comida e os remédios... Afinal, não morrerei se não puder ouvi Black Eye Peas "di grátis", mas se me tirarem o feijão-com-arroz eu tô "frita". São os mesmos gaiatos que gastam bem pra comprar um tênis Nike, um ingresso pro jogo do timão, mas não acham que devem pagar pelo trabalho do autor, só porque ficou fácil meter a mão e sair correndo. Facilidade nunca foi atenuante... Quer ficar de consciência limpa? Então coloca pressão nos mega portais, provedores e grandes teles para que eles repassem aos autores o que eles ganham com o SEU acesso!
Esse discurso todo de flexibilização da Lei dos Direitos Autorais Brasileira (uma das MELHORES do mundo, melhor inclusive que dos EUA e Inglaterra) é bancado pelos grandes tubarões da Internet, que geram rendas absurdas provendo o acesso a conteúdo que não é gerado por eles (isto é, chega a eles à custo zero porque quem investiu fomos nós autores: animadores, escritores, ilustradores, compositores...). Eles sabem que nossa Lei manda que se repasse aos autores parte desses lucros. Então eles vem com esse discurso torto e surreal (desculpe, mas só sendo muito boçal pra engolir que o autor é inimigo do usufruto de sua arte!!! Justo o que ele precisa pra viver!!!) com o objetivo de encher ainda mais os bolsos ou pelo menos adiar ao máximo a utilização de recursos (e eles sabem muito bem quais são) que garantiriam os ganhos dos autores cada vez que o conteúdo fosse consumido.
Em tempo: a proteção ao trabalho do autor é garantido constitucionalmente – como em qualquer país minimamente inteligente (esperamos que sejamos assim...). Sem proteção ao autor, sem direitos autorais, o país não avança. O que essa turma está fazendo é criminoso. Mas, como sabemos, no Brasil dinheiro compra qualquer coisa, principalmente a opinião pública.
É bizarro, no mínimo, que estejam conseguindo convencer os manés de que os DIREITOS AUTORAIS sejam inimigos dos DIREITOS DO PÜBLICO. Quem mais quer ver sua arte difundida é o autor. Não se deixem enganar.
Sempre tem alguém fazendo fortuna com isso, mesmo num Pirate Bay da vida, eles arrumam como ganhar uma grana (vai você tentar anunciar lá de graça...). Parece que só os autores não conseguem ganhar... claro, como bancar os advogados das "Googles"? Como barrar essa publicidade martelante que quer convencer o povo de que a culpa pela dificuldade de acesso gratuito às obras é dos autores? E pelo jeito está convencendo... Agora... Será que ainda ten gente boçal que acredita que autor pode viver de brisa? Que a arte é fruto apenas do "dom"divino?
Que o artista é malandro boa-vida e que viver de arte não é profissão de verdade?
Curioso que ,gente que pensa assim, ao mesmo tempo considera que a cultura por ser um "bem essencial" deve ter livre acesso (às custas dos autores que ralam pra caramba pra produzir e não dos provedores e portais que estão enchendo o bolso de dinheiro!) Ok... então poderiam também liberar a comida e os remédios... Afinal, não morrerei se não puder ouvi Black Eye Peas "di grátis", mas se me tirarem o feijão-com-arroz eu tô "frita". São os mesmos gaiatos que gastam bem pra comprar um tênis Nike, um ingresso pro jogo do timão, mas não acham que devem pagar pelo trabalho do autor, só porque ficou fácil meter a mão e sair correndo. Facilidade nunca foi atenuante... Quer ficar de consciência limpa? Então coloca pressão nos mega portais, provedores e grandes teles para que eles repassem aos autores o que eles ganham com o SEU acesso!
Esse discurso todo de flexibilização da Lei dos Direitos Autorais Brasileira (uma das MELHORES do mundo, melhor inclusive que dos EUA e Inglaterra) é bancado pelos grandes tubarões da Internet, que geram rendas absurdas provendo o acesso a conteúdo que não é gerado por eles (isto é, chega a eles à custo zero porque quem investiu fomos nós autores: animadores, escritores, ilustradores, compositores...). Eles sabem que nossa Lei manda que se repasse aos autores parte desses lucros. Então eles vem com esse discurso torto e surreal (desculpe, mas só sendo muito boçal pra engolir que o autor é inimigo do usufruto de sua arte!!! Justo o que ele precisa pra viver!!!) com o objetivo de encher ainda mais os bolsos ou pelo menos adiar ao máximo a utilização de recursos (e eles sabem muito bem quais são) que garantiriam os ganhos dos autores cada vez que o conteúdo fosse consumido.
Em tempo: a proteção ao trabalho do autor é garantido constitucionalmente – como em qualquer país minimamente inteligente (esperamos que sejamos assim...). Sem proteção ao autor, sem direitos autorais, o país não avança. O que essa turma está fazendo é criminoso. Mas, como sabemos, no Brasil dinheiro compra qualquer coisa, principalmente a opinião pública.
É bizarro, no mínimo, que estejam conseguindo convencer os manés de que os DIREITOS AUTORAIS sejam inimigos dos DIREITOS DO PÜBLICO. Quem mais quer ver sua arte difundida é o autor. Não se deixem enganar.
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terça-feira, maio 11, 2010
São os autores os responsáveis pelo atraso do país????

Após apreciar aí no topo a arte que fiz para a capa da edição de 2002 de 'Ou Isto ou Aquilo" de Cecília Meireles, pensem na seguinte frase que pipocou hoje na minha caixa de emails:
"os direitos autorais são um dos maiores impedimentos para digitalizar acervos, mesmo que seja só para fins de preservação".
Isso é o que está dizendo o SENSO COMUM.
Agora... o BOM SENSO já nos orienta de forma diferente. Porque pra adquirir direitos (e bens) basta pagar. Então o que impede a tal digitalização é considerá-la que ela não vale o "esforço" de um PAGAMENTO. Porque, temos certeza, até o estagiário que vai ficar escaneando a papelada vai ter alguma forma de retorno (garantido pela Lei Trabalhista).
A Biblioteca recebe a verba pra luz, água e telefone. A bibliotecária sabe que pode contar com seu salário. O site ganha vinculando banners e impondo visões... Mas como de costume AINDA PENSAM QUE AUTOR VIVE DE BRiSA.
Nessa empolgação de querem sair "liberando" é bom tomar cuidado para não prejudicar o autor, sobretudo aquele que não tem a proteção do poder econômico! Porque ninguém discute os contratos abusivos IMPOSTOS pelos que controlam o uso econômico da arte? Proteja o AUTOR de fato, que o acesso barateia e aumenta.
A LEI DOS DIREITOS Brasileira NÃO É DAS PIORES DO MUNDO! Peço aos leitores que a leiam e comparem com a massacrante LEI do COPYRIGHT, essa sim, coloca tudo na mão do poder econômico. Nossa lei, por exemplo, tem o Direito de Sequencia, para a obra de um artista plástico, que diz que: se a obra que ele vendeu a um colecionar por 1 real for revendida por 1.000 reais, o autor tem direito a receber parte desse super-lucro! Uns 5% (que em proporções maiores, de mercado, será bem melhor do que não receber nada). E o autor continua recebendo a cada revenda lucrativa! Isso não aconteceu na "avançada" Austrália, por ex., onde a família do pintor mais famoso do país ainda mora em casebre... a obra dele saindo de um leilão por milhões de libras!!!!
O que pode melhorar na nossa lei, é colocar de forma contundente que o ganho do criador deve estar proporcinalmente atrelado ao ganho (direto ou indireto) que se faz do que ele criou. Os sites que ganham pelo acesso gratuito às artes de nossos artistas já possuem todas as ferramentas que precisam pra repassar os lucros. Agora, IMAGINE O ENORME INCENTIVO À ARTE SE O GOOGLE E SIMILARES REPASSASSEM AOS ARTISTAS PARTE DO QUE LUCRAM COM OS ACESSOS???? O público continua tendo acesso gratuito, se liberar totalmente o uso e acesso e os artistas poderão viver de sua arte de forma direta! Sem intermediários!!! Qualquer guri de periferia do Brasil poderá viver de forma digna de sua produção. Que incentivo maravilhoso!!!! Agora... PORQUE NINGUÉM FALA ISSO????
Não fala porque quem quer derrubar a Lei de proteção aos DAs são justamente OS GRANDES GRUPOS QUE MONOPOLIZAM OS CAMINHOS DA INTERNET , e que substituem os produtores e gravadoras de ontem, já que nesse nicho só compete quem tem a tecnologia e o dinheiro.
Thais Quintella de Linhares
–––––––––––––––––––––––––––––––
Participante da AEI-LIJ
Associação de Escritores e Ilustradores
de Literatura Infantil e Juvenil
–––––––––––––––––––––––––––––––
Participante da ABIPRO
Associação Brasileira de Ilustradores
Profissionais
–––––––––––––––––––––––––––––––
Participante da ABCA
Associação Brasileira de Cinema de
Animação
Contatos e portfolios:
thaislinhares@yahoo.com.br
www.adler-books.com.br/thais
http://thaislinhares.blogspot.com/
Editora da Ygarapé: www.ygarape-books.com
Editora da Adler: www.adler-books.com.br
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sábado, abril 24, 2010
Eu no ILUSTRE - festival de ilustração do SESC PINHEIROS
De volta ao Rio, e trazendo boas lembranças (mesmo com essa chuva)! Meu fotógrafo favorito registrou a palestra. Fiquei feliz de ver a casa cheia, gente graúda na platéia e também muita gente criativa e cheia de energia pra entrar com o pé direito na profissão mais legal do mundo. O SESC de Pinheiros é um espetáculo à parte e se eu morasse em Sampa não sairia de lá!
O tema de minha palestra foi DIREITOS AUTORAIS DOS ILUSTRADORES. Foquei nos pontos chave, naquilo que é essencial para o ilustrador que precisa de bons contratos de trabalho para poder se situar na sua carreira de forma produtiva e segura.
Alou, fãs do Restart! O Vagner, dono da van que me levou e buscou no evento, é também o motorista da banda favorita de vocês. Haha, o que vocês não dariam pra sentar no banco onde os rapazes costumam tirar um cochilo. Ele me confirmou que o Restart é uma banda super alto astral, super batalhadora e bom carater. Continuem dando energia pros guris, que eles merecem.
Dividiram comigo a atenção no evento o Allan Szacher editor da revista Zupi e a grande Isabel Coelho, editora da Cosac Naify.
Em breve, as fotos...
O tema de minha palestra foi DIREITOS AUTORAIS DOS ILUSTRADORES. Foquei nos pontos chave, naquilo que é essencial para o ilustrador que precisa de bons contratos de trabalho para poder se situar na sua carreira de forma produtiva e segura.
Alou, fãs do Restart! O Vagner, dono da van que me levou e buscou no evento, é também o motorista da banda favorita de vocês. Haha, o que vocês não dariam pra sentar no banco onde os rapazes costumam tirar um cochilo. Ele me confirmou que o Restart é uma banda super alto astral, super batalhadora e bom carater. Continuem dando energia pros guris, que eles merecem.
Dividiram comigo a atenção no evento o Allan Szacher editor da revista Zupi e a grande Isabel Coelho, editora da Cosac Naify.
Em breve, as fotos...
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segunda-feira, abril 19, 2010
Direitos do Ilustrador em evento no SESC
Este mês estarei ni SESC Pinheiros participando de grande evento voltado para Ilustração.
Segue programação do ILUSTRE atualizada!
Minha apresentação é no dia 21 de abril, sobre ilustração em produção editorial, em especial: Direitos Autorais do Ilustrador
ILUSTRE
Aprofundar o vasto e criativo universo da ilustração é o objetivo do projeto. Com destaque para a capacidade narrativa da imagem, a programação estimula reflexões e criações por meio de diversas atividades e linguagens artísticas. No projeto, a ilustração é protagonista e se relaciona com a cultural digital, a literatura, o teatro e as artes visuais.
Cursos
Ilustração Digital I
Neste módulo serão abordados programas básicos para criação, tratamento de imagem, vetorização e outras noções sobre ilustração digital. É necessário conhecimentos básicos em software de imagem [Gimp]. Com Márcia Leite. Não recomendado para menores de 16 anos. 20 vagas. Inscrição no balcão da Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 01/04. Internet Livre, 2º andar. Grátis.
De 09/04 a 30/04. Sextas, às 19h.
Pinheiros
Ilustração Digital II
Neste módulo o participante aprende como criar ilustrações com técnicas mais aprimoradas. Necessário conhecimento em software de edição de imagem [Gimp]. Com BASE V. Não recomendado para menores de 16 anos. 20 vagas. Inscrição no balcão da Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 29/04. Internet Livre, 2º andar. Grátis.
De 06/05 a 27/05. Quintas, às 19h.
Pinheiros
Ilustração Digital III
Neste módulo o participante aprende bases do desenho à mão, tratamento de imagem digital, estudo de proporções, linhas e diretrizes de equilíbrio no espaço, meios para construção de uma ilustração de Moda. Com Marcio Alek. Não recomendado para menores de 16 anos. 20 vagas. Inscrição no balcão da Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 01/06. Internet Livre, 2º andar. Grátis.
De 10/06 a 24/06. Quintas, às 19h.
Pinheiros
Instalações
Base V
O coletivo de artistas trabalha com diferentes mídias, de publicações artesanais à instalações gráficas. O grupo criou uma intervenção nas escadas da Unidade. Escadas da Ala Paes Leme, Térreo ao 7º andar.
Livre para todos os públicos
Grátis.
De 07/04 a 30/06. Terça a sexta, das 13h às 21h30; Sábados e domingos, das 10h às 18h30.
Pinheiros
Eva Uviedo
A artista gráfica trabalha em dezenas de revistas e jornais de São Paulo. CDteca da Sala Leitura, 2º andar.
Livre para todos os públicos
Grátis.
De 07/04 a 30/06. Terça a sexta, das 13h às 21h30; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30.
Pinheiros
Fernando Gonsales
O cartunista cujo principal personagem é o rato Niquel Nausea ocupa os vidros da Sala de Leitura, 2º andar.
Livre para todos os públicos
Grátis.
De 07/04 a 30/06. Terça a sexta, das 13h às 21h30.; Sábados e domingos, das 10h às 18h30.
Pinheiros
Juntando as Peças, por Thais Ueda
A intuição do jogo e as peças perdidas pela Unidade são as propostas da artista neste trabalho. Muro de entrada da Unidade (estacionamento) e elevadores da Ala Paes Leme.
Livre para todos os públicos
Grátis.
De 07/04 a 30/06. Terça a sexta, das 13h às 21h30.; Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30.
Pinheiros
palestras
Literatura Infanto-juvenil
Bate-papo sobre a produção de livros infanto-juvenis: da criação do texto à elaboração das ilustrações. Com Laurabeatriz, Lalau e Odilon Moraes. 200 vagas. Inscrição livre até o limite de vagas. Sala de Leitura, 2º andar.
Não recomendado para menores de 14 anos
Grátis.
14/04. Quarta, às 20h.
Pinheiros
Produção Editorial e Ilustração
Bate-papo sobre a dinâmica da publicação da ilustração, abordando o universo das editoras e da internet. Com Isabel Coelho (Cosac Naify), Thais Linhares (Adler e Ygarapé Editorial), Allan Szacher (Zupi). 200 vagas. Inscrição livre até o limite de vagas. Sala de Leitura.
Não recomendado para menores de 14 anos
Grátis.
21/04. Quarta, às 17h.
Pinheiros
Ilustração para Revistas e Jornais
Bate-papo sobre o processo de receber um texto (jornal e revista) e criar um trabalho de ilustração a partir dele. Os convidados trazem trabalhos e conversam com o público. Com Eva Uviedo, Celus e Kako. 200 vagas. Inscrição livre até o limite de vagas. Sala de Leitura, 2º andar.
Não recomendado para menores de 14 anos
Grátis.
05/05. Quarta, às 20h.
Pinheiros
2 em 1: Texto e Ilustração
Bate-papo com artistas que criam textos, histórias e, ao mesmo tempo, elaboram ilustrações. Com Rafael Grampá, Orlando Pedroso, Fabio Moon e Gabriel Ba. 200 vagas. Inscrição até o limite de vagas. Sala de Leitura, 2º andar.
Não recomendado para menores de 14 anos
Grátis.
12/05. Quarta, às 20h.
Pinheiros
Humor Negro
Bate-papo com ilustradores que abordam o gênero cômico em seus trabalhos de charges, tiras, quadrinhos etc. Com Allan Sieber, Arnaldo Branco e Andre Dahmer. 200 vagas. Inscrição até o limite de vagas. Sala de Leitura, 2º andar.
Não recomendado para menores de 14 anos
Grátis (inteira); Grátis (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
26/05. Quarta, às 20h.
Pinheiros
Produção Independente
Bate-papo com Janara Lopes e Alicia Ayala (Revista IdeaFixa), os ilustradores Daniel Esteves, Vanderson de Souza e o artista Samuel Casal. 200 vagas. Inscrição até o limite de vagas. Sala de Leitura, 2º andar.
Não recomendado para menores de 14 anos
Grátis.
09/06. Quarta, às 20h.
Pinheiros
Profissão Ilustrador
Bate-papo sobre ilustração, carreira, busca pelo traço e experiências profissionais. Com Orlando Pedroso, Hiro Kawahara, Angelo Shuman e Montalvo Machado. 200 vagas. Inscrição livre até o limite de vagas. Sala de Leitura, 2º andar.
Não recomendado para menores de 14 anos
Grátis.
07/04. Quarta, às 20h.
Pinheiros
Em Busca do Traço Perfeito
Como é o processo de descobrir, desenvolver e ser reconhecido por um determinado traço? Ilustradores e artistas conhecidos contam como foi (e é) a busca de uma identidade visual. Com Caco Galhardo, Rafael Grampá e Fernando Vilela. 200 vagas. Inscrição livre até o limite de vagas. Sala de Leitura, 2º andar.
Não recomendado para menores de 14 anos
Grátis.
28/04. Quarta, às 20h.
Pinheiros
Ilustração e Moda
Bate-papo com desenhistas, estilistas e artistas que flertam com a ilustração de moda. Com Zé Otavio, Icaro Troppo e Fernanda Guedes. 200 vagas. Inscrição livre até o limite de vagas. Sala de Leitura, 2º andar.
Não recomendado para menores de 14 anos
Grátis.
30/06. Quarta, às 20h.
Pinheiros
especial
Análise de Portifolio I
Ilustradores conhecidos analisam portifólio de aspirantes. Com Hiro Kawahara, Orlando Pedroso e Montalvo Machado. Para análise de portifolio é necessária a inscrição no balcão da Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 01/04. Também aberto ao público. Sala de Oficinas, 2º andar.
Não recomendado para menores de 16 anos
Grátis.
29/04. Quinta, às 19h.
Pinheiros
Análise de Portifolio II
Profissionais da Zupi, revista de Design, ilustração, fotografia, moda, graffiti analisam portifólio de aspirantes a ilustradores. Para análise de portifolio é necessária a inscrição no balcão da Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 01/06. Também aberto ao público. Sala de Oficinas, 2º andar.
Não recomendado para menores de 16 anos
Grátis.
25/06. Quinta, às 19h.
Pinheiros
Saída Ilustrada
Desenho de observação pelo bairro de Pinheiros. Necessário trazer material de desenho. Com Montalvo Machado. 40 vagas. Inscrição no balcão da Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 01/04. Internet Livre, 2º andar.
Não recomendado para menores de 16 anos
Grátis.
24/04. Sábado, às 11h.
Pinheiros
workshops
Desenho Dinâmico
Com o recurso de um modelo-vivo, o participante explora o registro gráfico da figura humana em movimento. Siluetas e desenhos de percepção feitos da inter-relação figura/fundo. Esta oficina serve de preparação para o Desenho de Locação, que exercita o poder de síntese e a observação comparativa. Com Renato Alarcão. 20 vagas. Inscrição no balcão da Sala de Literatura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 29/04. Sala de Oficinas, 2º andar.
Não recomendado para menores de 16 anos
Grátis.
16/05. Domingo, das 13h às 18h.
Pinheiros
oficinas
Soltando de Criatividade
A oficina irá abordar técnicas de criação e desinibição para a concepção da ilustração. Com Manu Maltez. 20 vagas. Inscrição no Balcão da Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 30/03. Sala de Oficinas, 2º andar.
Não recomendado para menores de 16 anos
Grátis.
De 06/04 a 27/04. Terça, das 19h às 22h.
Pinheiros
Caricatura
Essa atividade aborda noções básicas para construção de caricaturas. As imagens produzidas nesta oficina, serão depois expostas nas janelas da Internet Livre. Com o caricaturista Eduardo Baptistão. Necessário ter noção básicas de desenho à mão livre. 20 vagas. Inscrição no balcão da Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 01/04. Sala de Oficinas, 2º andar.
Não recomendado para menores de 16 anos
Grátis.
De 10/04 a 17/04. Sábados, das 15h às 18h.
Pinheiros
Desenho de Locação
Saída pelo bairro de Pinheiros. Da observação de diversas situações em constante movimento, o participante aprende a registrar instantes. Necessário trazer material de desenho. Com Renato Alarcão. 40 vagas. Inscrição no balcão da Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 29/04. Sala de Oficinas, 2º andar.
Não recomendado para menores de 16 anos
Grátis.
23/05. Domingo, às 13h.
Pinheiros
Aquarela
Esta oficina promove o desenvolvimento da percepção, do manuseio do material e de procedimentos técnicos. Com Gonzalo Cárcamo. 10 vagas. Inscrições pela rede IngressoSESC. Sala de Oficinas, 2º andar.
Não recomendado para menores de 14 anos
R$ 10,00 (inteira); R$ 5,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 2,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
12/06, 13/06. Sabado e domingo, às 11h.
Pinheiros
HQ e Educação
A apresentação do HQ como ferramenta no processo de aprendizagem e sua real influência imagética na formação escolar (professores e alunos). Com Gazy Andraus. 30 vagas. Inscrições na Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 01/06. Sala de Atividades, 3º andar. Grátis.
05/06, 06/06. Sábado e domingo, 11h.
Pinheiros
filmes
Morgue Story (Sangue, Baiacu e Quadrinhos)
Direção: Paulo Biscaia Filho. Brasil, 2009. 78 minutos, color e p&b, digital. Elenco: Mariana Zanette, Leandro Daniel Colombo, Anderson Faganello. Ana Argento, uma quadrinista de sucesso frustrada em seus relacionamentos, se encontra com dois homens solitários de vida curiosa. Tom sofre de catalepsia e é um vendedor de seguros de vida. Daniel Torres é um médico legista sociopata que tem um método de crime peculiar: envenena suas vítimas com uma poção feita à base de baiacu que induz a catalepsia. Retira de ingressos gratuitamente pela rede IngressoSESC a partir de 13/04.
Não recomendado para menores de 18 anos
Grátis.
20/04. Terça, às 20h30.
Pinheiros
Segue programação do ILUSTRE atualizada!
Minha apresentação é no dia 21 de abril, sobre ilustração em produção editorial, em especial: Direitos Autorais do Ilustrador
ILUSTRE
Aprofundar o vasto e criativo universo da ilustração é o objetivo do projeto. Com destaque para a capacidade narrativa da imagem, a programação estimula reflexões e criações por meio de diversas atividades e linguagens artísticas. No projeto, a ilustração é protagonista e se relaciona com a cultural digital, a literatura, o teatro e as artes visuais.
Cursos
Ilustração Digital I
Neste módulo serão abordados programas básicos para criação, tratamento de imagem, vetorização e outras noções sobre ilustração digital. É necessário conhecimentos básicos em software de imagem [Gimp]. Com Márcia Leite. Não recomendado para menores de 16 anos. 20 vagas. Inscrição no balcão da Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 01/04. Internet Livre, 2º andar. Grátis.
De 09/04 a 30/04. Sextas, às 19h.
Pinheiros
Ilustração Digital II
Neste módulo o participante aprende como criar ilustrações com técnicas mais aprimoradas. Necessário conhecimento em software de edição de imagem [Gimp]. Com BASE V. Não recomendado para menores de 16 anos. 20 vagas. Inscrição no balcão da Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 29/04. Internet Livre, 2º andar. Grátis.
De 06/05 a 27/05. Quintas, às 19h.
Pinheiros
Ilustração Digital III
Neste módulo o participante aprende bases do desenho à mão, tratamento de imagem digital, estudo de proporções, linhas e diretrizes de equilíbrio no espaço, meios para construção de uma ilustração de Moda. Com Marcio Alek. Não recomendado para menores de 16 anos. 20 vagas. Inscrição no balcão da Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 01/06. Internet Livre, 2º andar. Grátis.
De 10/06 a 24/06. Quintas, às 19h.
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Instalações
Base V
O coletivo de artistas trabalha com diferentes mídias, de publicações artesanais à instalações gráficas. O grupo criou uma intervenção nas escadas da Unidade. Escadas da Ala Paes Leme, Térreo ao 7º andar.
Livre para todos os públicos
Grátis.
De 07/04 a 30/06. Terça a sexta, das 13h às 21h30; Sábados e domingos, das 10h às 18h30.
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Eva Uviedo
A artista gráfica trabalha em dezenas de revistas e jornais de São Paulo. CDteca da Sala Leitura, 2º andar.
Livre para todos os públicos
Grátis.
De 07/04 a 30/06. Terça a sexta, das 13h às 21h30; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30.
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Fernando Gonsales
O cartunista cujo principal personagem é o rato Niquel Nausea ocupa os vidros da Sala de Leitura, 2º andar.
Livre para todos os públicos
Grátis.
De 07/04 a 30/06. Terça a sexta, das 13h às 21h30.; Sábados e domingos, das 10h às 18h30.
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Juntando as Peças, por Thais Ueda
A intuição do jogo e as peças perdidas pela Unidade são as propostas da artista neste trabalho. Muro de entrada da Unidade (estacionamento) e elevadores da Ala Paes Leme.
Livre para todos os públicos
Grátis.
De 07/04 a 30/06. Terça a sexta, das 13h às 21h30.; Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30.
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palestras
Literatura Infanto-juvenil
Bate-papo sobre a produção de livros infanto-juvenis: da criação do texto à elaboração das ilustrações. Com Laurabeatriz, Lalau e Odilon Moraes. 200 vagas. Inscrição livre até o limite de vagas. Sala de Leitura, 2º andar.
Não recomendado para menores de 14 anos
Grátis.
14/04. Quarta, às 20h.
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Produção Editorial e Ilustração
Bate-papo sobre a dinâmica da publicação da ilustração, abordando o universo das editoras e da internet. Com Isabel Coelho (Cosac Naify), Thais Linhares (Adler e Ygarapé Editorial), Allan Szacher (Zupi). 200 vagas. Inscrição livre até o limite de vagas. Sala de Leitura.
Não recomendado para menores de 14 anos
Grátis.
21/04. Quarta, às 17h.
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Ilustração para Revistas e Jornais
Bate-papo sobre o processo de receber um texto (jornal e revista) e criar um trabalho de ilustração a partir dele. Os convidados trazem trabalhos e conversam com o público. Com Eva Uviedo, Celus e Kako. 200 vagas. Inscrição livre até o limite de vagas. Sala de Leitura, 2º andar.
Não recomendado para menores de 14 anos
Grátis.
05/05. Quarta, às 20h.
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2 em 1: Texto e Ilustração
Bate-papo com artistas que criam textos, histórias e, ao mesmo tempo, elaboram ilustrações. Com Rafael Grampá, Orlando Pedroso, Fabio Moon e Gabriel Ba. 200 vagas. Inscrição até o limite de vagas. Sala de Leitura, 2º andar.
Não recomendado para menores de 14 anos
Grátis.
12/05. Quarta, às 20h.
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Humor Negro
Bate-papo com ilustradores que abordam o gênero cômico em seus trabalhos de charges, tiras, quadrinhos etc. Com Allan Sieber, Arnaldo Branco e Andre Dahmer. 200 vagas. Inscrição até o limite de vagas. Sala de Leitura, 2º andar.
Não recomendado para menores de 14 anos
Grátis (inteira); Grátis (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
26/05. Quarta, às 20h.
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Produção Independente
Bate-papo com Janara Lopes e Alicia Ayala (Revista IdeaFixa), os ilustradores Daniel Esteves, Vanderson de Souza e o artista Samuel Casal. 200 vagas. Inscrição até o limite de vagas. Sala de Leitura, 2º andar.
Não recomendado para menores de 14 anos
Grátis.
09/06. Quarta, às 20h.
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Profissão Ilustrador
Bate-papo sobre ilustração, carreira, busca pelo traço e experiências profissionais. Com Orlando Pedroso, Hiro Kawahara, Angelo Shuman e Montalvo Machado. 200 vagas. Inscrição livre até o limite de vagas. Sala de Leitura, 2º andar.
Não recomendado para menores de 14 anos
Grátis.
07/04. Quarta, às 20h.
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Em Busca do Traço Perfeito
Como é o processo de descobrir, desenvolver e ser reconhecido por um determinado traço? Ilustradores e artistas conhecidos contam como foi (e é) a busca de uma identidade visual. Com Caco Galhardo, Rafael Grampá e Fernando Vilela. 200 vagas. Inscrição livre até o limite de vagas. Sala de Leitura, 2º andar.
Não recomendado para menores de 14 anos
Grátis.
28/04. Quarta, às 20h.
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Ilustração e Moda
Bate-papo com desenhistas, estilistas e artistas que flertam com a ilustração de moda. Com Zé Otavio, Icaro Troppo e Fernanda Guedes. 200 vagas. Inscrição livre até o limite de vagas. Sala de Leitura, 2º andar.
Não recomendado para menores de 14 anos
Grátis.
30/06. Quarta, às 20h.
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especial
Análise de Portifolio I
Ilustradores conhecidos analisam portifólio de aspirantes. Com Hiro Kawahara, Orlando Pedroso e Montalvo Machado. Para análise de portifolio é necessária a inscrição no balcão da Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 01/04. Também aberto ao público. Sala de Oficinas, 2º andar.
Não recomendado para menores de 16 anos
Grátis.
29/04. Quinta, às 19h.
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Análise de Portifolio II
Profissionais da Zupi, revista de Design, ilustração, fotografia, moda, graffiti analisam portifólio de aspirantes a ilustradores. Para análise de portifolio é necessária a inscrição no balcão da Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 01/06. Também aberto ao público. Sala de Oficinas, 2º andar.
Não recomendado para menores de 16 anos
Grátis.
25/06. Quinta, às 19h.
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Saída Ilustrada
Desenho de observação pelo bairro de Pinheiros. Necessário trazer material de desenho. Com Montalvo Machado. 40 vagas. Inscrição no balcão da Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 01/04. Internet Livre, 2º andar.
Não recomendado para menores de 16 anos
Grátis.
24/04. Sábado, às 11h.
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workshops
Desenho Dinâmico
Com o recurso de um modelo-vivo, o participante explora o registro gráfico da figura humana em movimento. Siluetas e desenhos de percepção feitos da inter-relação figura/fundo. Esta oficina serve de preparação para o Desenho de Locação, que exercita o poder de síntese e a observação comparativa. Com Renato Alarcão. 20 vagas. Inscrição no balcão da Sala de Literatura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 29/04. Sala de Oficinas, 2º andar.
Não recomendado para menores de 16 anos
Grátis.
16/05. Domingo, das 13h às 18h.
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oficinas
Soltando de Criatividade
A oficina irá abordar técnicas de criação e desinibição para a concepção da ilustração. Com Manu Maltez. 20 vagas. Inscrição no Balcão da Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 30/03. Sala de Oficinas, 2º andar.
Não recomendado para menores de 16 anos
Grátis.
De 06/04 a 27/04. Terça, das 19h às 22h.
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Caricatura
Essa atividade aborda noções básicas para construção de caricaturas. As imagens produzidas nesta oficina, serão depois expostas nas janelas da Internet Livre. Com o caricaturista Eduardo Baptistão. Necessário ter noção básicas de desenho à mão livre. 20 vagas. Inscrição no balcão da Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 01/04. Sala de Oficinas, 2º andar.
Não recomendado para menores de 16 anos
Grátis.
De 10/04 a 17/04. Sábados, das 15h às 18h.
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Desenho de Locação
Saída pelo bairro de Pinheiros. Da observação de diversas situações em constante movimento, o participante aprende a registrar instantes. Necessário trazer material de desenho. Com Renato Alarcão. 40 vagas. Inscrição no balcão da Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 29/04. Sala de Oficinas, 2º andar.
Não recomendado para menores de 16 anos
Grátis.
23/05. Domingo, às 13h.
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Aquarela
Esta oficina promove o desenvolvimento da percepção, do manuseio do material e de procedimentos técnicos. Com Gonzalo Cárcamo. 10 vagas. Inscrições pela rede IngressoSESC. Sala de Oficinas, 2º andar.
Não recomendado para menores de 14 anos
R$ 10,00 (inteira); R$ 5,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 2,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
12/06, 13/06. Sabado e domingo, às 11h.
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HQ e Educação
A apresentação do HQ como ferramenta no processo de aprendizagem e sua real influência imagética na formação escolar (professores e alunos). Com Gazy Andraus. 30 vagas. Inscrições na Sala de Leitura ou pelo telefone 3095-9494, a partir do dia 01/06. Sala de Atividades, 3º andar. Grátis.
05/06, 06/06. Sábado e domingo, 11h.
Pinheiros
filmes
Morgue Story (Sangue, Baiacu e Quadrinhos)
Direção: Paulo Biscaia Filho. Brasil, 2009. 78 minutos, color e p&b, digital. Elenco: Mariana Zanette, Leandro Daniel Colombo, Anderson Faganello. Ana Argento, uma quadrinista de sucesso frustrada em seus relacionamentos, se encontra com dois homens solitários de vida curiosa. Tom sofre de catalepsia e é um vendedor de seguros de vida. Daniel Torres é um médico legista sociopata que tem um método de crime peculiar: envenena suas vítimas com uma poção feita à base de baiacu que induz a catalepsia. Retira de ingressos gratuitamente pela rede IngressoSESC a partir de 13/04.
Não recomendado para menores de 18 anos
Grátis.
20/04. Terça, às 20h30.
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