terça-feira, agosto 23, 2016

Para minha mãe



Minha mãe é uma menina 
de tranças louras
olhos verdes
sorriso doce
coração carioca
onde não falta espaço
e sobra tempo
pra no silêncio do gesto
falar ao dia:
eu te amo!


Feliz aniversário, minha mãe,

Eliana Quintella de Linhares.







quarta-feira, agosto 17, 2016

Flupp Pensa, banca das narrativas

Com Alexandre Graça, no Al Farabi, rua do Rosário, Rio de Janeiro.

Alexandre e Moreno da Rádio Transamérica.

Ali atrás o Jeff e a Camila com bebê.


Moreno e Kátia Pires.

segunda-feira, agosto 08, 2016

Jequitibá de Poesia na Casa Brasil

Minhas fotos de ontem, sob as folhas do Jequitibá de Poesia, 
que desta vez foi no Boulevard Olímpico, na Casa Brasil.
Teve muito cordel e homengem ao grande e querido Gonçalo Ferreira da Silva  
e ao companheiro de letras Rogério Andrade Barbosa.

Sobre Gonçalo Ferreira da Silva clique aqui!
Sobre Rogério Andrade Barbosa clique aqui!

Mais sobre o Jequitibá de Poesia, clique aqui.
Esta edição foi promovida pela Editora do Brasil, veja aqui.

O Jequitibá de Poesia é uma iniciativa do José Prado 
e seus companheiros de paixão poética!

















sexta-feira, julho 29, 2016

FRENTE FAVELA BRASIL – nova política, novo Brasil.



Jessé Andarilho de Antares, poeta-escritor, fala sobre o novo partido Frente Favela Brasil. Clica pra ouvir. Novo movimento político que se coloca à frente da nova política brasileira, protagonizado por negros com origem nas favelas.
Importante entender: o Brasil é negro. Foi e é construído pelo trabalho negro e, infelizmente, com custos altos para essa população. São hiper-explorados – a relação de mais valia é maior quanto mais escura a pele – são as maiores vítimas de mortes violentas e violações de direitos humanos.
Ao mesmo tempo, é na efervescência cultural que brota desta dor as mais belas manifestações de arte, educação e cultura. Favelas são laboratórios de humanidades. Ali a sociedade impera sobre o mercado (monopólio dos ricos, voluntariamente segregados da vida comum), a economia é solidária e em muitos pontos mais forte do que o mundo do financismo.
Não vejo nada que se compare à força que emerge das favelas, num compasso organizado, quase como uma canção de guerra, seja no funk ou no jongo ancestral (que quando se unem são imbatíveis).
Sentada, silenciosa, no meio daquela festa onde se marcava um momento histórico, na favela mais antiga do Brasil – Morro da Providência, construída por ex-combatentes de Canudos – não fiz mais do que vibrar com a energia transformadora daquelas pessoas, de peles coloridas e utopias, agora possíveis.

domingo, julho 24, 2016