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sexta-feira, novembro 30, 2018

ATO RETRATO no MAR ABERTO, Rio de Encontros

Nosso evento de encerramento de atividades do Rio de Encontros de 2018!
Minha performance ATO RETRATO, sua persona política em cores sobre papel.
, dia 13 de novembro junto aos meus colegas de curso Rio de Encontros e vári@s quebradeir@s.










A performance consiste em um bate-papo onde eu absorvo informações sobre sua atuação política, sua reação política, sua anima política e a represento em desenho. Usei como suporte Canson colorido (a cor é escolha do retratado) e bastões de pastel óleo.









Foram criados bem mais de 10 ato-retratos, como fora planejado, que seria no máximo na duração de uma hora, mas acabou se estendendo a pedido dos visitantes e só saímos quando fechou o museu.


Acesse AQUI e veja as artes completas do evento!

sábado, novembro 24, 2018

Eu digo FLUP!

Não tenho a data, sou um fracasso com números. Não sei medir tempo. Um dia pode ser um ano que pode ser um minuto, mas foi na escola que começaram a chamar minha atenção pra esse hábito de anotar dias e pessoas com desenhos. Ontem foi a despedida de Júlio Ludemir.
Segurei enquanto deu, mas a ficha caiu me acertando a cabeça com força. E dói muito.
Ele vai pra Londres. É coisa boa. Vai morar com a esposa e sei que muita maravilha vai acontecer nesse encontro, enfim sem mais saudades.
Nós, filhotas e filhotes da Flup, crescemos muito alimentados pela energia de Júlio, Écio e trupe magnífica de Vinícius, Ana, Jéssica, Jeff, Érika, Iza, Renata, Heloísa, Roberta, Márcio.""
Não se desmancha redes que se construíram no plano superior, nossa surrealidade.
Porém sou a grande descrente. Não acredito que ficarei, que ficaremos, sem abraçar Júlio por muito tempo.
Não sei medir tempo. Um dia pode ser um ano que pode ser um minuto, mas eu sei como o sentir.









segunda-feira, agosto 27, 2018

Eu vejo PRINCESAS



Princesa Maria Eduarda.



Minha aluna Bruna.



Querida Cyntia Mattos.



Minha aluna Manoela.




quinta-feira, janeiro 11, 2018

Amor Incondicional




Toda jornada de traz em si um simbolismo poderoso:
quando matar o dragão, romper a maldição e salvar a princesa, é a SI mesmo que encontrará.
Eis a sua Verdade. Você é, sempre foi, o seu Amor Incondicional.


terça-feira, agosto 23, 2016

Para minha mãe



Minha mãe é uma menina 
de tranças louras
olhos verdes
sorriso doce
coração carioca
onde não falta espaço
e sobra tempo
pra no silêncio do gesto
falar ao dia:
eu te amo!


Feliz aniversário, minha mãe,

Eliana Quintella de Linhares.







quarta-feira, setembro 23, 2015

Educação em Direitos Humanos

Direitos Humanos é uma acordo entre todos nós da família humana de respeitarmos e protegermos uns aos outros. Cabe, por princípio, que os poderes estatais os defendam e difundam, pelo menos aqueles que assinaram o acordo internacional sobre o tema, e porque desejam se elevar a um patamar civilizatório que promova a paz e o avanço social.

O Brasil ainda se encontra na adolescência do que seria a prática do Direitos Humanos. Aqui a desigualdade social é ao mesmo tempo causa e consequência do desrespeito sistemático à dignidade promovida pelos Direitos Humanos.

A mídia geral, atrelada pelo senso comum, promove uma catástrofe ao atacar "os Direitos Humanos", tendo como alvo sobretudo os defensores institucionais dos mesmos, dando a falsa ilusão de que se nos tornarmos sádicos assassinos iremos "limpar" a sociedade do "mal", e talvez reduzir a violência.
Pecam sistematicamente em olhar a sociedade de forma crítica, avaliando ações e resultados. Há 500 anos que violamos os Direitos Humanos mais básicos dos cidadãos, há 500 anos temos práticas de tortura em quartéis/delegacias/presídos/asilos de idosos, são 500 anos de assassinato e opressão com os mais vulneráveis que prosseguem alimentando um ciclo vicioso de ódio, medo e intolerância. Ajudou?

Dizem que sabemos o grau de civilidade de uma sociedade pela forma como ela trata seus mais vulneráveis. E estes são: as mulheres, as crianças, os idosos, os pobres, os deficientes físicos e mentais, os LGBTT, os loucos, os discriminados por serem minorias sociais e sobretudo, seus prisioneiros e delinquentes. É aí que atuam os Defensores de Direitos Humanos. Porque é no extremo que se marca o início da escala de direitos. Garanta que um simples bandido seja tratado como gente que é, e teremos toda uma sociedade onde a indignidade e abuso não será mais tolerado.

As causas sociais da violência deveriam ser mais debatidas nas escolas, na mídia de tudo distorce, nas praças e nas artes. As maiores causas de violência são as violações de direitos que ocorrem diariamente em nosso país.

Sediado no Rio de Janeiro, o DDH conta com uma equipe de advogados ativistas que cuidam de proteger os cidadãos contra a violação de seus direitos e abusos por parte de agentes de Estado. Cursos de educação em Direitos Humanos também fazem parte de seu rol de atividades.

Existe um programa internacional de educação em Direitos Humanos que está transformando o mundo, o vídeo "Um Caminho para a Dignidade" o apresenta a nós.

No primeiro bloco, vemos como a educação de crianças de sexta a oitava séries, do grupo mais oprimido das castas indianas, os Dalits (Intocáveis), está criando uma sociedade de respeito e cooperação.

 

A seguir, mostra como a educação e engajamento da polícia australiana nos Direitos Humanos aumentou em muito a eficiência da mesma. A polícia de lá, era como a daqui: via o povo com olhos discriminatórios, racistas, como um inimigo a oprimir. Isso afastava e corroía a confiança dos cidadãos na polícia, prejudicava a eficiência das investigações, gerava um prejuízo imenso em processos contra o departamento por causa de abusos policiais.



O treinamento e respeito aos Direitos Humanos por parte da polícia, tornou as ruas mais seguras de verdade pela primeira vez em muito tempo.

O terceiro e último bloco acontece na Turquia, onde somos recebidos por Evram Gul, uma mulher forçada a casar ainda criança com um homem 15 anos mais velho, que a agredia, chegando a chutá-la quando estava grávida de 8 meses de seu primeiro filho. Devido a uma cultura extremamente machista, ela não só não contou com o apoio da família, como esta a perseguiu com armas quando Evram decidiu pedir pelo divórcio para salvar a si e seus filhos.
Neste ponto ela conheceu o projeto de educação em Direitos Humanos focado nas mulheres. Aprendeu a se comunicar melhor, a se impor como pessoa, quais seus direitos, e hoje atua como um exemplo para ajudar outras mulheres vítimas de abusos como ela.




Todo os seres humanos nascem iguais em direito.

É ISSO que significa respeitar e aplicar Direitos Humanos.



A inauguração de audências de custódia em menos de 48h,...
 

...a implementação de cotas para a representatividade melhor do percentual de mulheres na sociedade,...
 
... a criação de Mecanismos de Prevenção e Combate à Tortura...
 
... e o fim das violações decorrentes da revista vexátória em familiares de presos (sobretudo mulheres e crianças), foram algum dos avanços conquistados pelos defensores de Direitos Humanos no Brasil.
Obs, veja como o fim da revista, e o uso de scanners eletrônicos, melhorou tremendamente o bloqueio de entrada de drogas e armas nos presídios clicando AQUI.


O filme não tem legendas em português, por isso eu fiz esses resumos dos blocos. Mas vale a pena acompanhar as lindas imagens feitas pela premiada produtora e diretora do filme, a cineasta ativista Ellen Bruno.

Ele pode ser replicado na reder, desde que apresentados os créditos abaixo e que não se faça uso comercial do mesmo:


CLIQUE AQUI PARA VER O FILME.


Fotos: Ellen Bruno, cineasta, arte-ativista e educadora em Direitos Humanos.
Artes do DDH: Mirim, escritora, ilustradora, designer, cine-animadora-roteirista, arte-ativista e educadora em Direitos Humanos. Coordenadora de Comunicação no Instituto de Defensores de Direitos Humanos – DDH.

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