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sexta-feira, setembro 21, 2018

Revista Palavra / SESC – HQ Uma Poderosa Facção

Já publicada a revista Palavra do SESC com minha HQ "Uma poderosa facção", onde homenageio alguns dos Saraus e poetas que costumo acompanhar e a retratar durante as rodas de cultura do RJ.

Versão impressa nos SESCs, a online você pega completa AQUI.


quarta-feira, setembro 30, 2015

Arte & Ativismo


























A próxima HQ tem três páginas e classificou entre as finalistas da segunda Bienal Internacional de Quadrinhos.





segunda-feira, agosto 10, 2015

Se Essa Cidade Fosse Nossa – encontro da UERJ

Neste contamos com as ótimas apresentações da mesa convidada e formamos um grupo de discussão sob supervisão da Adriana Facina.

"O seminário “Viver na cidade – do direito à moradia ao direito à cidade”, realizado pelo Se a Cidade Fosse Nossa, reuniu cerca de 200 pessoas no auditório da UERJ, na tarde do dia 1º de agosto.
Após o papo com Mônica Francisco (Rede de Instituições do Borel), Guilherme Boulos (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto – MTST), Carlos Vainer (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional – UFRJ) e Isabel Cardoso (Faculdade de Serviço Social da UERJ), os participantes se reuniram em grupos de trabalho para discutir sobre os problemas da cidade e propor soluções. Os temas foram “Favela é cidade”, “Centros, subúrbios e periferias”, “Circular pela cidade”, “Memórias e identidades da cidade” e “Justiça socioambiental”.










Fotos: PSOL Rio

quarta-feira, maio 20, 2015

O LADO ERRADO




Quando se perceberá que está TUDO ligado?
Morre o ciclista no asfalto esfaqueado, 
o polícial mata o menino Eduardo,
ativista preso, professor espancado. 
Polícia truculenta. Presídio lotado.
Castigo pra menor na boca do deputado,
os Direitos Humanos são desprezados,
Jornal Nacional cria um povo manipulado,
e até hoje o Rafael Braga tá enjaulado!
Nossa "Política de Segurança" tá DO LADO ERRADO.

É o fim da revista vexatória!




Parabéns pela linda vitória
Caiu o veto do Pezão, 
e muitas outras virão.
É o DDH fazendo história.

É o fim da revista vexatória!


quinta-feira, abril 16, 2015

Somos tods Verônica


"Merecer ir pra cadeia" não significa de forma alguma estar exposta à tortura e linchamento enquanto algemada sob custódia do Estado. Se ela cometeu um crime, os policiais cometeram um ainda maior. Então, pela "lógica" animalesca de alguns, esses mesmos policiais agora deveriam ser algemados, surrados por um bando de raivosos e expostos de forma humilhante para o deleite dos sádicos? Tô assustada com a facilidade com que se aceita a violência do Estado contra cidadãos em posição de vulnerabilidade. 

Rosa negra despetalada, é para a capa para o cordel da autora Jarid Arraes relacionado ao abuso sofrido pelaVerônica na delegacia enquanto prisioneira.


Verônica, em cores ou PB. 
Sejamos solidários àqueles que sofrem.
Mexeu com uma, mexeu com todas.

Pra quem ainda insiste que defender Direitos Humanos é "defender bandido"(!?!) recomendo esse vídeo do UOL.

domingo, novembro 02, 2014

Porque não basta ilustrar, tem de participar.

Sábado foi o dia do encerramento do Curso Popular em Direitos Humanos promovido pelo Instituto de Defensores de Direitos Humanos – o DDH.
Os trabalhos finais dos alunos foram apresentados, seguidos de show do Apafunk e Mc Leonardo, um delicioso almoço após o qual partimos para a Rocinha para a primeira distribuição, gratuita, da cartilha "Cultura Popular e Direitos Humanos". Ao som do Apafunk descemos a rua atravessando a Rocinha, passamos pela passarela e na quadra da Acadêmicos da Rocinha todos puderam assistir exibição gratuita do filme "Estopim". A obra nos conta sobre o emblemático caso do desaparecimento do pedreiro Amarildo, cujo assassinato se tornou emblemático da luta contra a violência de estado e a corrupção policial. Excelente peça cinematográfica, que mistura documentário com dramatização (as cenas em que conhecemos mais sobre a vida pregressa e a trajetória de Amarildo até sua morte), com produção arrebatadora.

Mc Leonardo e o bloco Apafunk.

Perfil Rocinha.
Na rua.

No batuque.





Dona samba.

No vocal.

Mcs.

Nos pés.

Ize! Amore!

Guito e Matheus.

Rocinha.

No tunel.

Na passarela.

Indo pra Quadra dos Acadêmicos da Rocinha para ver o filme "Estopim".

Na arte,
Zabumba.
A Artista e o Defensor. Com Thiago Melo.

A Cartilha "Cultura Popular e Direitos Humanos":

"O Futuro da favela 
depende do fruto 
que tu for plantar"


Sobre o filme ESTOPIM:

Diretor: Rodrigo Mac Niven
Prod. Associados: Felipe Nahon, Mariana Genescá e Rodrigo Mac Niven
TVa2 Produções
Plot Outline
A coragem da família e de amigos de Amarildo, assassinado por policiais militares dentro da sede da Unidade de Polícia Pacificadora da Rocinha em julho de 2013, se transformou em símbolo de resistência e luta da sociedade civil contra a violência do Estado. O caso Amarildo foi o estopim não apenas para a mobilização de outras comunidades, mas principalmente para expor as fragilidades de um projeto de segurança pública militarizado.

O assassinato do ajudante de pedreiro Amarildo, após uma sessão de tortura por parte de policiais da UPP da Rocinha em julho de 2013, trouxe à tona fundamental discussão sobre a política de segurança pública do Rio de Janeiro. Esse é o mote do documentário O Estopim, de Rodrigo Mac Niven, que será lançado na Première Brasil do Festival do Rio no dia 29 de setembro, às 17h, no Cine Lagoon.

O filme usa o caso de Amarildo como pano de fundo para falar sobre a militarização do projeto de governo e denuncia o que vem acontecendo na rotina das comunidades cariocas desde a implantação das UPPs.
Com cenas de ficção vividas pelo ator Brunno Rodrigues na pele do Amarildo, o documentário tem como fio condutor o líder comunitário da Rocinha Carlos Eduardo Barbosa, o Duda, amigo da família do ajudante de pedreiro. Meses antes do desaparecimento de Amarildo, no dia 14 de julho de 2013, Duda já havia denunciado ao Ministério Público os abusos policiais na comunidade. Até hoje, ele luta para que outros casos como este não voltem a acontecer.

A história de vida e coragem do líder comunitário foi o que motivou Rodrigo Mac Niven, diretor e roteirista, a fazer o filme. “A coragem da família e dos amigos de Amarildo se transformou em símbolo de resistência e luta da sociedade civil contra a violência do Estado. O caso Amarildo foi o estopim não apenas para a mobilização de outras comunidades, mas principalmente para expor as fragilidades de um projeto de segurança pública militarizado. Essa história precisava ser retratada”, afirma Rodrigo Mac Niven.

O Estopim foi realizado em menos de um ano, desde a pré-produção até a finalização, de forma independente e colaborativa. Os cerca de 40 profissionais envolvidos foram convidados pelo diretor e aceitaram entrar no projeto por acreditarem na causa e na importância da discussão proposta no documentário.