domingo, dezembro 14, 2025

Biscoito de Natal do Clã dos Texugos Nervosos

 

Na arte: bebê texugone Breno 
como modelo para a figura do menino Jesus.


RECEITA DO BISCOITO QUE É FEITO 
EM NOSSA FAMÍLIA TODO NATAL


Ingredientes:

Peneire a farinha, joga no meio dela a gema, a manteiga derretida, o açúcar, a baunilha... Tudo! Mexe com os dedos. Coloca nas formas (ou estiva e recorta com os moldes de biscoitinhos de Natal) e leva ao forno pelo tempo que for necessário. É rápido, se distrair queima! Ideal é tirar um pouquinho antes de começar a dourar. Pode polvilhar com açúcar cristal antes de levar ao forno. Aqui usamos açúcar verde para os biscoitinhos em forma de pinheiros de Natal, azul para as estrelas, amarelo para os sinos e vermelho para o Papai Noel - Pai Natal. Só que este visto na horizontal parece um submarino, então amarelo fica legal também.

Na foto, livro da mãe texuga e texugin Ian. 
Editora Nova Fronteira.


quarta-feira, junho 04, 2025

Seria a alma um tipo de software?

"A importância do desenho no processo criativo em design gráfico, deve-se ao facto de este meio de registo ser estruturante na formação do pensamento e na criação de novas ideias. A estes desenhos destinados a perseguir raciocínios e a alcançar a novidade, dá-se o nome de desenhos de estudo."


Elisabete Rolo, em sua obra/tese "Olhar | jogo | espírito de serviço – Sebastião Rodrigues e o design gráfico em Portugal." Universidade de Lisboa, 2015.

Deixar um aplicativo feito por uma empresa desenhar por ti é o MESMO que deixar que ele PENSE por ti. Não é apenas tua habilidade gestual que se apaga. É a mental também.
IA não é sonho, é pesadelo. Acorda.




Arte de Thais Linhares (que às vezes assinou Lir, Nezumi, T.L., Cayetanna, Luciano Azevedo, e outros nomes esquecidos nas gavetas) para a sua zine GRIMOIRE. Seria a alma um tipo de software e o corpo o hardware onde reside a cada encadernação?

Elisabete Rôlo FA.ULisboa #design #designer #arte #IA #zine #fanzine #feiticeira #gatos

terça-feira, maio 27, 2025

Mulher, Vida, Liberdade: cabelos ao vento não são mais uma condenação à morte no Irã


O conselho nacional de segurança do Irã desautorizou a lei que obrigava às mulheres a cobrirem seus cabelos com o hijab. Não é um passo pequeno, nem um detalhe estético. É uma resposta à pressão popular de mulheres, e homens aliados, às políticas de desumanização das mulheres.
Quando mulheres são oprimidas a vida fica à perigo e a liberdade acaba.


Um ato singelo, como ter seus cabelos soltos, não mais é uma condenação à prisão, tortura e morte, como ocorreu com a jovem curda-iraniana Mahsa Amini em 16 de setembro de 2022, detida e depois assassinada a pauladas por homens enquanto sob custódia do Estado do Irã. Sua morte deflagrou uma onda de protestos liderados por mulheres – cabelos ao vento – e seguidas por homens que se aliaram contra a crueldade patriarcal que condena as mulheres ao horror. Muitos morreram nos protestos, a comunidade internacional se mobilizou. Entre as militantes se destaca Marjane Satrapi, que organizou a obra gráfica MULHER VIDA LIBERDADE, editada em vários países, com uma coletânea de histórias reais sobre a opressão às mulheres no Irã, quadrinizada por várias autorias iranianas e francesas.
Esta lei do cabelo ao vento é um salto na direção certa.
(Apoie e tenha acesso ao arquivo original e direitos de uso para esta arte)
Leia e escute o áudio da notícia no site Agência Lusa.

#MulherVidaLiberdade
#WomenLifeFreedom
#ژن، ژیان، ئازادی