terça-feira, dezembro 10, 2013

International Museum of Women

I'm very pleased to inform that my art was selected for IMOW! As you can see:

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Greetings,

Thank you for your submission to the International Museum of Women’s online exhibition, Muslima: Muslim Women’s Art & Voices.

We are pleased to let you know that work from your submission was selected for inclusion in theMuslima Art Gallery! You can find the link to your published piece here:

We truly appreciate your interest in and support of IMOW! Please help spread the word about your work in Muslima by sharing the piece on Facebook, Twitter, and through your networks.

Thank you very much, and I look forward to hearing from you!

Sincerely,


Krista Walton Potter
Digital Communications & Editorial Manager
International Museum of Women
415-543-4669 ext. 25
www.imow.org

Connect with IMOW:
Facebook |Twitter|YouTube|IMOW Blog Her Blueprint
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segunda-feira, dezembro 09, 2013

Onde comprar o livro "Vovó Dragão"



Pediram-me, lá da Alemanha, informações sobre onde comprar o livro "Vovó Dragão". Desde que esgotou-se a primeira edição – um prêmio por si só! – é complicado de encontrar. Mas, no próprio site da editora é possível adquirir exemplares. Há também uma versão em ebook, linda como a impressa! Seguem os links:

Da editora Nova Fronteira ? Ediouro:

http://www.ediouro.com.br/site/products/content_book/5358

Do ebook na Amazon:

http://www.amazon.com.br/Vovó-Dragão-Thais-Linhares-ebook/dp/B00ELMIE8I

Do ebook na Saraiva:

http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/5190061/vovo-dragao

De uma amostra das páginas produzida pelo Google Books:

http://books.google.com.br/books?id=8UtuAAAAQBAJ&pg=PT4&lpg=PT4&dq=vovó+dragão+nova+fronteira&source=bl&ots=sqWvToOEP8&sig=TJULJrCLX7aVx75WwUF1ldamcSI&hl=pt-BR&sa=X&ei=CsmlUo2tHfKqsQTBlICoBA&ved=0CH4Q6AEwCQ#v=onepage&q=vovó%20dragão%20nova%20fronteira&f=false

Agradecida a todos que abraçaram esta doce vovó!

quinta-feira, novembro 21, 2013

Torta de maçã da Vovó Dragão


Para o recheio pegue:

– 6 maçãs verdes ácidas
– 2 colheres de chá de farinha de trigo
– 1 e 1/4 xícaras de açúcar 
– 1 limão verdinho
– 1/2 colher de chá de canela
– 1/4 colher de chá de noz-moscada

Para a massa pegue:

– 2 e 1/2 xícaras de farinha de trigo
– 3/4 de tabletão de manteiga sem sal
– 1 colher de chá de sal

– 1/2 xícara de água fria

Preparo da massa:

Penere a farinha e o sal juntos em uma terrina. Junte a manteiga e vai amassando. Aos pouco vai derramando a água, misturando numa bola de massa.
Abra sobre a forma de torta polvilhada de farinha. Não esqueça que guardar 1/4 delas bola para fazer a tampa da torta.

Fazendo o recheio:

Descasque as maçãs, retire o centro e fatie em meia luas. 
Polvilha a farinha sobre a massa esticada na forma.
Abra o limão.
Alterne camadas das fatias de maçã com respingos do limão espremido, e uma mistura do açúcar + canela + noz moscada
Coloque pequeninos pedaços de manteiga sobre tudo

Com o restante da massa, abra a tampa sobre uma superfície lisa e polvilhada e cubra a torta. Pincele com gema de ovo para ficar bem dourado.

Leve ao forno e fogo médio, sobre uma folha grande de papel laminado (pois vai fazer líquido e pingar), por 40 minutos.

Retire, deixe esfriar um tanto e coma tudo!
Sente só o aroma...


"Se você fosse criança, iria brincar do que agora?"

Bem...eu...iria brincar de ficar pequenina e morar na concha do caracol. 
De ficar leve, leve pluma e voar na direção do Sol. 
De virar tempo e fazer ciranda com os minutos. 
Ciranda de rodar e des-rodar, até tempo voltar e ser criança outra vez.


O Cordel da Macaxeira


Fiquei muito feliz em ser novamente selecionada para me apresentar no Paixão de Ler – evento promovido para difusão da leitura no Rio de Janeiro, tudo graças à parceria com a AEILIJ.
Desta vez fui oficineira de cordel e gravura.

Nos encontramos no Calouste, com a turma 1305 da Escola Municipal Tia Ciata e alguns participantes adultos.

Ganhei uma sala enorme, com estrutura de ateliê, e podemos espalhar o material sem constrangimento pelas mesas. Todas as crianças puderam criar e produzir com gosto.



Iniciei o nosso encontro criativo falando sobre os cordéis, sua história e como eram feitos e distribuídos. Em seguida li para eles um cordel cômico, que arrancou boas gargalhadas dos presentes, deixando o desfecho para mais adiante, de forma a manter a expectativa alta.

Então, usando técnicas próprias de criação e roteiro, coloquei a meninada para elaborar seus próprios versos de cordel. O que foi fácil, dado o grande envolvimento e criatividade deles. Vou dizer que fiquei impressionada! Havia ali bons autores – futuros artistas? Quem sabe. O material criativo eles já possuem, e é uma questão de continuar trabalhando com eles.



Com os versos prontos, entreguei a cada participante cadernos montados na forma de cordel, para que neles escrevessem suas histórias e depois imprimirmos as capas.



Terminei então a narrativa do cordel que havia tanto divertido a todos, e ensinei sobre técnicas tradicionais de gravura. Em especial a xilogravura, mostrando os materiais que são usados e como são manuseados.



Ocorre que a xilo, por usar goivas cortantes, não seria apropriada para uma oficina rápida. Algumas pessoas, ainda não tendo habilidade com as faquinhas, poderiam se cortar. Eu mesma, a primeira vez que fiz gravura (com a idade aproximada daqueles alunos), acabei com uma goiva afiada enfiada na palma de minha mão.

Expliquei então que usaríamos lâminas de macaxeira no lugar da madeira, e pontas secas (palitos de churrasco, no caso) para traçar os desenhos nas matrizes.

Espalhei os suprimentos: tintas, pincéis, papéis para estudos, lápis, borrachas, macaxeiras e até lâminas de batatas (para quem quisesse também experimentar a "batatogravura").



As matrizes foram criadas e carimbadas nas capas dos cordéis!
Nos despedimos, as crianças com suas obras autorais, seus cordéis bem coloridos e poéticos nas mãos, e eu com memórias dos bons momentos no Paixão de Ler.



Muito obrigada, sobretudo a professora Aline Dias! Que elegeu minha oficina para seus alunos. Adorei conhecer vocês, e me senti muito honrada pela sua presença.



A seguir o texto de apresentação de minha oficina do Cordel da Macaxeira:

CORDEL DE MACAXEIRA: 
Manigrafia (mani=mandioca + grafia)

Através do princípio muito ecologicamente correto de uso de materiais da terra, e apresentando uma prima da batatografia, imprimimos cordéis de grande bom gosto mediante o emprego de matrizes feitas com lâminas de macaxeira.

Assim o cabra, e a moça, ilustraram seus repentes com bonitas e coloridas imagens. O carimbo de macaxeira, sendo resistente e cheiroso, permitiu uma boa tiragem dos impressos mais arretados que já se viu nestes sertões cariocas de cimento e pedra.

Aí foi: a mandioca, a tinta (plástica comum, não precisaria ser de gravura), grampeador e o papel. No lugar da goiva de metal tradicional, usamos qualquer ponta seca: canetas bic, palitos, colherinhas de café miúdas.

O cordel macaxeira consistiu em duas ou mais folhas de A4 dobras e cortadas para formar o libreto, 1/2 escrito a mão, 1/2 ilustrado.

A vantagem do cordel de macaxeira é que até as crianças pequenas podem fazer, sem perigo de ferir as mãos.

Manígrafa: Thais "da Gota Serena" Linhares

Ilustradora, escritora e gravadora. Associada AEILIJ.
Formada pelo Senai de Artes Gráficas e Bacharel em Artes Plásticas com especialização em gravura pela UFRJ – Escola Nacional de Belas Artes.


Orientações e notícias sobre carreira autoral:

http://thaislinhares.blogspot.com


segunda-feira, novembro 11, 2013

A primeira é sempre a mais óbvia.

Entre tantas dicas aos criadores que ouvi, desta vez de Robert McKee, durante seu curso em São Paulo, foi a de que a primeira ideia que lhe vier à cabeça, será, muito provavelmente a mais óbvia. Portanto, se quer ser original, colega criativo, trate de trabalhar mais essa ideias. Tive um exemplo hoje ao ver a capa do livro de meu amigo Tino Freitas:

Trata-se de "Demais" de Tino e Lúcia Brandão, editado pela Abacate. Livro lindo saindo do forno. Fiquei assim amuada, pois não poderia mais usar a imagem que criara para meu amigo Levi Luz, por ocasião de um projeto de livro com as tradicionais e infames piadianhas de elefantes, feito em 2010. Quem mandou não publicar? Três anos depois a ideia já estava na mão de outro.
O título, pelo menos, também ideia minha, permanece original.
Essa foi a ideia, a primeira ideia, de capa que mostrei para o Levi. Que jamais retornou ao projeto e ficou por aí mesmo.
Mas então me lembrei do conselho do tio Bob e deduzi que se essa foi a primeira ideia, já teria sido usada, obviamente usada, e pesquisei na internet. 
Olha algumas que achei usando a mesma proposta:








De brinde segue as obviedades seguintes:




Ou seja, em se tratando de elefantes apaixonados, é isso aí...

Se não é mais original, é global. Pode usar sem risco! 
Mas esclarecendo para todos: pode usar a ideia, não a imagem. 
Você pode usar a ideia de formar um coração com as trombas, mas deve criar o seu próprio desenho de dois elefantes formando um coração com as trombas! Senão é uso de obra autoral sem permissão de trabalho alheio (vampirismo intelectual!).