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quarta-feira, julho 10, 2019
Oficina de Zines no FESTIVAL SESC de INVERNO en TRÊS RIOS
Dia 20 e 21 de julho, estarei em Três Rios para oficina de fanzines e atividades bombásticas na noite! É pra aquecer o coração.
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quinta-feira, dezembro 20, 2018
Retrato Sambado – Samba Portrait
Retrato Sambado é uma performance onde eu dialogo com você e retrato sua alegoria, sua persona canavalesca.
É um bate-papo de criação em dupla, retratato é auto-retratante.
Fotos de Yolanda Soares, no MAR – Museu de Arte do Rio, durante a formatura 2018 da Universidade das Quebradas.
É um bate-papo de criação em dupla, retratato é auto-retratante.
Fotos de Yolanda Soares, no MAR – Museu de Arte do Rio, durante a formatura 2018 da Universidade das Quebradas.
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segunda-feira, dezembro 03, 2018
enquanto houver cerveja e quadrinhos
Quanto maior o livreiro, maior o desconto.
Grandes redes, eu vi, cobravam 80% do preço de capa.
Grandes redes, eu vi, cobravam 80% do preço de capa.
Apenas editoras imensas, com muita "cauda longa", conseguiam segurar essa barra. E apenas com títulos de autores consagrados cuja venda de milhares de exemplares garantiria cobrir esse desconto.
Logo, os livreiros não aceitavam editoras pequenas e seus autores desconhecidos.
Só queriam vender os livros que já tinham venda garantida.
E só tinham venda garantida porque já vinham "vendidos e divulgados". E publicidade é algo muito caro.
Editoras grandes, lançam novos autores sim, mas numa escala que parece pequena pra os milhares que querem entrar no mercado. Apenas parece, pois não é pequena não. Editoras médias e pequenas também trazem novos autores, mas sabendo que terão muita dificuldade em distribuir, pois não serão aceitas nas livrarias. Gastam energia que não tem pra divulgar, montar eventos, promover lançamentos.
EXISTEM eventos e prêmios que ajudam a impulsionar.
EXISTE um fundo de incentivo a leitura (1% da venda de cada livro vai pra ele, criação do Ministro Gilberto Gil que poucos cumprem e ninguém lembra). EXISTEM associações de pessoas maravilhosas se descabelando pra fazer a coisa toda funcionar e daí temos a Aeilij, a FLUP, a Flip - Festa Literária Internacional de Paraty, a Festa Literária de Santa Teresa - FLIST, e por aí vão...
EXISTE um fundo de incentivo a leitura (1% da venda de cada livro vai pra ele, criação do Ministro Gilberto Gil que poucos cumprem e ninguém lembra). EXISTEM associações de pessoas maravilhosas se descabelando pra fazer a coisa toda funcionar e daí temos a Aeilij, a FLUP, a Flip - Festa Literária Internacional de Paraty, a Festa Literária de Santa Teresa - FLIST, e por aí vão...
Hoje, mais que nunca, EXISTE a possibilidade de divulgação e distribuição usando as redes digitais.
EXISTE um cenário TODO promovido por AUTORES INDEPENDENTES que montou rede de saraus e feiras "de tudo" onde possibilidades viram realidades novas e excitantes de uma forma literariamente poética.
EXISTE um cenário TODO promovido por AUTORES INDEPENDENTES que montou rede de saraus e feiras "de tudo" onde possibilidades viram realidades novas e excitantes de uma forma literariamente poética.
O que NÃO EXISTE mais é a estrutura original e engessada que fechava muitas das possibilidades que estamos vendo brotar hoje. QUE BOM!
Comemorei a queda dos monopólios. Eu não tinha acesso a nenhum deles, nem como autora, nem como editora e como leitora frustrada. Só lamentarei as dificuldades daqueles que SEMPRE enfrentaram esses cartéis, estão passando agora, juntos na mesma crise econômica/política, e sem um décimo do capital que giro que na mãos dos gigantes poderia ter servido pra criar novas rodas.
Contudo...
Espero que dentro deste nosso imenso esforço em conjunto pra recriar o mercado e circulação do livro e demais artes, também esteja o cuidado para impedir a formação de novos cartéis, pois já tem uns e outros assombrando a gente aí. Aqui também tem de valer o "ninguém larga a mão de ninguém", no melhor estilo de ser do maravilhoso João Carpalhau, que antes de nos deixar ensinou que é possível sim fazer BEM feito incluindo a TODAS E TODOS E TODES E TOD@S.
Nós na foto, no O Velho Mestre - Cervejas Especiais, Duque de Caxias, combinando Mega Gibizeiras com o amado e saudoso João Carpalhau (enquanto houver cerveja e quadrinhos, ele estará sempre conosco).
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sexta-feira, novembro 16, 2018
FLIP de Paraty
Caso ainda não tenha dito, a FLIP 2018 foi maravilhosa!
Minha mesa no SESC, seguindo a oficina de quadrinhos e narrativas
que ofereci na mesma casa.
Na casa dos autores, várias amigas escritoras fazendo lançamentos!
Thais e as Jéssicas (Oliveira e Balbino).
Sonhando junto com a escritora Simone Mota.
Eu, fazendo retratos das poetas no Slam das Minas na Praça da Matriz.
No centro, encantada com a Mel Duarte, sou eu de costas com o bloco de papel.
Letícia Brito.
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sábado, setembro 01, 2018
BLITZ Literária
Resgate da nossa Blitz! de 2016:
Foram 30 autores visitando escolas da rede municipal do Rio de Janeiro!
Cada autor adotava uma escola próxima – como uma madrinha ou padrinho.
Uma presente de nossa AEILIJ para a cidade maravilhosa.
Sala De Leitura Camilo Castelo Branco is with Elizabeth Munhoz.
BLITZ LITERÁRIA NA CAMILO!
Recebemos a visita encantadora da escritora e ilustradora Thais Linhares que conversou com os alunos sobre o seu trabalho com a Literatura. O encontro foi mediado pela professora Elizabeth Munhoz que organizou um bate-papo animado entre a escritora e a garotada.
Nossa sala de leitura ganhou uma linda ilustração de Monteiro Lobato e sua Emília! Vamos emoldurar!!!!!
A turma 1602 fez um livro de ilustrações sobre a obra Rapunzel, de Thais Linhares, e deu a ela este presente!
A ideia é convidar a Thais para visitar a nossa escola mais vezes. Foi mágico!
Recebemos a visita encantadora da escritora e ilustradora Thais Linhares que conversou com os alunos sobre o seu trabalho com a Literatura. O encontro foi mediado pela professora Elizabeth Munhoz que organizou um bate-papo animado entre a escritora e a garotada.
Nossa sala de leitura ganhou uma linda ilustração de Monteiro Lobato e sua Emília! Vamos emoldurar!!!!!
A turma 1602 fez um livro de ilustrações sobre a obra Rapunzel, de Thais Linhares, e deu a ela este presente!
A ideia é convidar a Thais para visitar a nossa escola mais vezes. Foi mágico!
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terça-feira, junho 28, 2016
OFICINA DE MEDOS na EM Camilo Castello Branco
Um Caldeirão, onde a gente joga nossos medos e sai dali essa criatura assustadora que personifica o horror!
E na sequência fora gerados as "protetoras" e "protetores" pra salvar a gente dos monstrengos! Aqui a Super Mãe!
Pasta do artista João Vitor:
Dá medo!
E na sequência fora gerados as "protetoras" e "protetores" pra salvar a gente dos monstrengos! Aqui a Super Mãe!
Pasta do artista João Vitor:
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quarta-feira, agosto 12, 2015
FLICEPE 2015
CEPE
Pauta para mesa de debate:
Em sua obra Fahrenheit 451, Ray Bradbury nos falou de um mundo onde a leitura era proibida. Tão proibida que bombeiros eram chamados às bibliotecas não para protegê-las, mas para queimar os livros!
Vivemos um momento de total recuo nas ações pela leitura em praticamente todos os níveis – Estado e mercado editorial interrompem ações, sejam elas editais ou novos lançamentos. Feiras são canceladas, projetos de autores extintos.
Os anseios e necessidades de uma geração de leitores se vêem assim reduzidos às cinzas.
Mas a arte é uma chama eterna que segue de coração a coração. É no papel que a nossa ideia dá seu primeiro passo para o mundo e não convém interromper sua caminhada. Nessa mesa nos propomos a debater como colocar essas ideias, as obras, os livros, para andar pelo mundo sem depender dos mecanismos institucionais sejam de empresas ou governos.
Na obra de Bradbury, cada resistente escolhia e absorvia um livro, sendo capaz de reproduzir palavra a palavra a história inteira nos ouvidos da audiência "leitora". Eram as pessoas-livro passando a chama adiante.
E nós? O que podemos fazer para transformas crise em criação e salvar os livros da fogueira?
sábado, maio 23, 2015
O CORDEL DA BATATA
Título:"O Cordel da Batata"
Temática abordada na oficina:
Literatura de Cordel: texto, história e arte da xilogravura.
Sinopse da Oficina:
Conheceremos a arte da literatura de cordel e criaremos cordéis, na rima, no ritmo e também nas tintas e papéis. Para pendurar no fio de nossa ciranda.
Apresentação da Oficina:
Através do princípio muito ecologicamente correto de uso de materiais da terra, e apresentando uma prima da xilogravura, prima esta que é muito saudável, chamada batatografia, imprimimos cordéis de grande bom gosto mediante o emprego de matrizes feitas com lâminas do tubérculo pomme-terrae, aquele domesticamente conhecido como BATATA.
Assim o cabra, e a moça, poderão ilustrar seus repentes com bonitas e coloridas imagens. O carimbo de batata, sendo resistente e cheiroso, permite uma boa tiragem dos impressos mais arretados que já se viu nestes sertões paulistas.
Aí foi: a batata, a tinta (plástica comum, não precisaria ser de gravura), grampeador e o papel. No lugar da goiva de metal tradicional, usamos qualquer ponta seca: canetas bic, palitos, lápis sem ponta.
O Cordel da Batata consiste em duas ou mais folhas de A4 dobras e cortadas para formar o libreto, 1/2 escrito a mão, 1/2 ilustrado.
A vantagem do cordel de batatas é que até as crianças pequenas podem fazer, sem perigo de ferir as mãos.
Batatógrafa: Thais "da Gota Serena" Linhares
Ilustradora, escritora e gravadora com mais de 20 anos de mercado editorial e de artes gráficas. Associada AEILIJ.
Formada pelo Senai de Artes Gráficas e Bacharel em Artes Plásticas com especialização em gravura pela UFRJ – Escola Nacional de Belas Artes.
Objetivo da Oficina:
Estimular a criatividade de forma casada entre texto e grafismo. Gerar o gosto pela arte do cordel e seus desdobramentos. Fomentar a socialização e cooperação através da artes.
Justificativa da Oficina:
Com essa oficina posso passar duas grandes paixões: cordel e xilogravura. Sou xilogravadora formada pela UFRJ - Belas Artes/Gravura. Usando recursos mais seguros como matrizes de batatas (evitando o uso da madeira e goivas que poderiam ferir os iniciantes), e fazendo junto uma oficina de versos de cordel, completo um ciclo criativo com ambas as artes.
Desenvolvimento:
Na primeira parte, cada participante será estimulado na busca de sua temática e desenvolvimento de seus versos. Depois faremos a arte dos mesmos usando matrizes simples feitas com lascas de batata.
No segundo encontro será a apresentação e apreciação dos cordéis.
Conteúdo programático da oficina:
Primeiro encontro:
A arte do cordel: seus artistas, sua história, leitura de alguns cordéis famosos;
Escrevendo o cordel: busca do tema, o ritmo e os versos, o cantar;
Publicando o cordel: preparar os cadernos para impressão, escrita e título;
Batatogravando o cordel: preparo das matrizes, tintas, gravação e secagem.
Segundo encontro:
Finalização das artes, e apresentação (declamação) dos cordéis e hora de muito ô-xente.
Leitura final dos clássicos dos cordéis brasileiros.
Entrega do título honorário de Batatógrafo-cordelista-da-gota-serena.
Equipamentos necessários:
Varal para pendurar os cordéis para secar, mesas de trabalho, grandes, acesso a banheiro, tanque de água.
Certificados impressos (produzirei as artes, o SESI pode imprimir? Pode ser fotocopia ou em impressora comum).
Materiais necessários:
Papel sulfite (branco e cores variadas, claras), lápis/canetas, um a dois quilos de batatas, faca de corte (uma, ficará comigo), bandeja de alumínio para entintar as matrizes feitas com as batatinhas, tinta plástica comum para artesanato várias cores.
Papel toalha em abundância para a limpeza das mãos. Aventais protetores, se possível.
Carga horária da oficina:
Um encontro de 2 a 3 horas (versão de bolso)
ou
Dois encontros de três horas = 6 horas (versão longa estrada)
Quantidade ideal de participantes para a realização da oficina:
De 10 a 30 participantes.
Bibliografia utilizada na Oficina:
Cordéis clássicos e atuais. Exemplo (dos que eu levarei para leitura e apreciação):
"As Peripécias da Vaqueira Rosadina"- de Gonzaga de Canindé e Arievaldo Viana, Ed. Coqueiro - Recife - PE / 2011;
"Yoyô, o Bode Misterioso"– Arievaldo Viana, Ed. Coqueiro - Recife - PE/2011;
"O Peido e suas histórias", de Davi Teixeira, xilogravado por Wagner Porto – União dos Cordelistas de Pernambuco/2010;
"Maria Bonita - A eleita do Rei", de Gonçalo Ferreira da Silva, ed. Queima Bucha, Mossoró - RN;
"Dom Quixote de La Mancha - Cervantes em Cordel", adaptação de Stélio Torquato Lima, ed. Queima Bucha, Mossoró - RN.
Faixa etária ideal para a atividade literária:
A partir de 7 anos (já alfabetizados).
Luiz Salgado no PARTIO, adquira seu novo álbum!
Gabarito pra fazer o caderno do cordel:
São duas dobras, a linha das dobras
forma uma cruz da folha acima.
Aqui alguns babatografismos
(apenas sugestões! É livre o criar)
de como cortar a superfícia das babatinhas:
O Título do Batatoformando!
Na linha coloca o nome do recém-formado batatógrafo
e no pontilhado a data e o nome do mestre batatal.
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