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segunda-feira, junho 15, 2015
Festival do Amanhecer contra a redução da maioridade penal.
Cozinha Arrumada
El Efecto
Anna Ratto
Pedro Luiz
Só pra ter uma ideia da dimensão do evento (enorme! Nota DEZ de organização):
Foram mais de 100 atrações e 14h em ações simultâneas! 5 espaços e várias frentes de cultura e arte.
Ninguém nasce bandido. Pega-se as oportunidades que a vida dá. Sem apoio social/emocional perde-se muitos nessa vida. A luta é pela aplicação de um política que cuide da juventude, e assim não se deixe eles nas mãos do tráfico (onde se ganha 500 por semana como soldado) ou prostituição, ou outros. A luta é por uma política que não seja demagógica e apenas focada no interesse das empresas que financiam a bancada da bala, que lucra com a violência, o medo e a desinformação dos cidadãos.
ESTUDE sobre as verdades e consequências da redução da maioridade penal. Aqui é um bom lugar pra começar. Ninguém nasce bandido, todos nacemos ignorantes. Estudar SEMPRE antes de formar opinião é importante.
Nada melhor do que um professor para explicar:
Dráuzio, o mais lúcido dentre os nossos, explica e mostra a real:
O vídeo da Jolie está beeeem explicado, até os mais raivosos,
se se dispuserem a ouvir, irão entender.
Neste debate sobre a redução da maioridade penal (não oficial, já que a bancada da bala sequer se preocupou com isso), o que percebo são muitos adultos agindo como crianças nos debates: xingam, apelam para o medo, apelam para o descontrole emocional. Se mesmo adultos não conseguem decidir com racionalidade, COMO exigem que adolescentes escolham como budas mesmo em face de um cotidiano de ultra violência e abandono?
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Curso sobre Educação Popular OAK e DDH
No sábado (14/06/2015) foi oficina sobre Educação Popular.
Facilitadores:
José Humberto Góes Jr.(Betinho) - Direito Achado na Rua/UNB
Pâmella Passos - IFRJ/DDH
Anotações do curso:
Após o curso, estaica no Bar do Baiacu na travessa do Ouvidor - Rio de Janeiro.
13 de Junho de 2015.
Facilitadores:
José Humberto Góes Jr.(Betinho) - Direito Achado na Rua/UNB
Pâmella Passos - IFRJ/DDH
Anotações do curso:
Após o curso, estaica no Bar do Baiacu na travessa do Ouvidor - Rio de Janeiro.
13 de Junho de 2015.
Heloísa, Laíze e um fotógrafo risonho.
Betinho, Thales, Heloísa, Laíze, Thiago e eu.
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sexta-feira, junho 12, 2015
Lançamento de "Indignos de Vida", de Orlando Zaccone
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sábado, maio 23, 2015
Carta aberta aos que promovem linchamentos via redes
Eu sinceramente torço para que quem espalha boataria e acusações a populares na rede pense sobre as consequências – para toda a sociedade, inclusive vocês e suas famílias – do que estão fazendo aqui. Facebook não é tribunal, vocês não são juízes e muito menos assassinos executores.
Não esqueçam de assumir depois a responsabilidade por tudo de ruim que advir. Inclusive inocentes que ocasionalmente possam a vir ser confundidos com a pessoa "denunciada" no post (que nem ao menos tem como comprovar se é de fato criminosa, ou o grau de envolvimento com o crime, e mesmo que fosse, não se resolve uma violência com outra).
A maioria cede ao medo e se blinda com ódio e ataques. Todos que ameaçam, agridem, esbravejam, o fazem porque estão com muito medo. Medo de morrer. Esse medo os está cegando para as soluções reais.
Parem, pensem, e procurem aprender mais.
A PAZ tem de começar dentro de si.
PAZ para TODOS. Sigam em segurança.
Na imagem, uma família que também foi vítima do ódio, da cegueira, do medo – imagem do bem, podem compartilhar à vontade. A autoria é minha, permito a reprodução acompanhada de meu texto sem edições. Arte inspirada na Madonna de Boticelli.
Não esqueçam de assumir depois a responsabilidade por tudo de ruim que advir. Inclusive inocentes que ocasionalmente possam a vir ser confundidos com a pessoa "denunciada" no post (que nem ao menos tem como comprovar se é de fato criminosa, ou o grau de envolvimento com o crime, e mesmo que fosse, não se resolve uma violência com outra).
A maioria cede ao medo e se blinda com ódio e ataques. Todos que ameaçam, agridem, esbravejam, o fazem porque estão com muito medo. Medo de morrer. Esse medo os está cegando para as soluções reais.
Parem, pensem, e procurem aprender mais.
A PAZ tem de começar dentro de si.
PAZ para TODOS. Sigam em segurança.
Na imagem, uma família que também foi vítima do ódio, da cegueira, do medo – imagem do bem, podem compartilhar à vontade. A autoria é minha, permito a reprodução acompanhada de meu texto sem edições. Arte inspirada na Madonna de Boticelli.
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quarta-feira, maio 20, 2015
O LADO ERRADO
Quando se perceberá que está TUDO ligado?
Morre o ciclista no asfalto esfaqueado,
o polícial mata o menino Eduardo,
ativista preso, professor espancado.
Polícia truculenta. Presídio lotado.
Castigo pra menor na boca do deputado,
os Direitos Humanos são desprezados,
Jornal Nacional cria um povo manipulado,
e até hoje o Rafael Braga tá enjaulado!
Nossa "Política de Segurança" tá DO LADO ERRADO.
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É o fim da revista vexatória!
Parabéns pela linda vitória
Caiu o veto do Pezão,
e muitas outras virão.
É o DDH fazendo história.
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quinta-feira, abril 16, 2015
Somos tods Verônica
"Merecer ir pra cadeia" não significa de forma alguma estar exposta à tortura e linchamento enquanto algemada sob custódia do Estado. Se ela cometeu um crime, os policiais cometeram um ainda maior. Então, pela "lógica" animalesca de alguns, esses mesmos policiais agora deveriam ser algemados, surrados por um bando de raivosos e expostos de forma humilhante para o deleite dos sádicos? Tô assustada com a facilidade com que se aceita a violência do Estado contra cidadãos em posição de vulnerabilidade.
Rosa negra despetalada, é para a capa para o cordel da autora Jarid Arraes relacionado ao abuso sofrido pelaVerônica na delegacia enquanto prisioneira.
Verônica, em cores ou PB.
Sejamos solidários àqueles que sofrem.
Mexeu com uma, mexeu com todas.
Pra quem ainda insiste que defender Direitos Humanos é "defender bandido"(!?!) recomendo esse vídeo do UOL.
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domingo, novembro 02, 2014
Porque não basta ilustrar, tem de participar.
Sábado foi o dia do encerramento do Curso Popular em Direitos Humanos promovido pelo Instituto de Defensores de Direitos Humanos – o DDH.
Os trabalhos finais dos alunos foram apresentados, seguidos de show do Apafunk e Mc Leonardo, um delicioso almoço após o qual partimos para a Rocinha para a primeira distribuição, gratuita, da cartilha "Cultura Popular e Direitos Humanos". Ao som do Apafunk descemos a rua atravessando a Rocinha, passamos pela passarela e na quadra da Acadêmicos da Rocinha todos puderam assistir exibição gratuita do filme "Estopim". A obra nos conta sobre o emblemático caso do desaparecimento do pedreiro Amarildo, cujo assassinato se tornou emblemático da luta contra a violência de estado e a corrupção policial. Excelente peça cinematográfica, que mistura documentário com dramatização (as cenas em que conhecemos mais sobre a vida pregressa e a trajetória de Amarildo até sua morte), com produção arrebatadora.
Os trabalhos finais dos alunos foram apresentados, seguidos de show do Apafunk e Mc Leonardo, um delicioso almoço após o qual partimos para a Rocinha para a primeira distribuição, gratuita, da cartilha "Cultura Popular e Direitos Humanos". Ao som do Apafunk descemos a rua atravessando a Rocinha, passamos pela passarela e na quadra da Acadêmicos da Rocinha todos puderam assistir exibição gratuita do filme "Estopim". A obra nos conta sobre o emblemático caso do desaparecimento do pedreiro Amarildo, cujo assassinato se tornou emblemático da luta contra a violência de estado e a corrupção policial. Excelente peça cinematográfica, que mistura documentário com dramatização (as cenas em que conhecemos mais sobre a vida pregressa e a trajetória de Amarildo até sua morte), com produção arrebatadora.
Mc Leonardo e o bloco Apafunk.
Perfil Rocinha.
Na rua.
No batuque.
Dona samba.
No vocal.
Mcs.
Nos pés.
Ize! Amore!
Guito e Matheus.
Rocinha.
No tunel.
Na passarela.
Indo pra Quadra dos Acadêmicos da Rocinha para ver o filme "Estopim".
Na arte,
Zabumba.
A Artista e o Defensor. Com Thiago Melo.
A Cartilha "Cultura Popular e Direitos Humanos":
"O Futuro da favela
depende do fruto
que tu for plantar"
Sobre o filme ESTOPIM:
Diretor: Rodrigo Mac Niven
Prod. Associados: Felipe Nahon, Mariana Genescá e Rodrigo Mac Niven
Prod. Associados: Felipe Nahon, Mariana Genescá e Rodrigo Mac Niven
TVa2 Produções
Plot Outline
A coragem da família e de amigos de Amarildo, assassinado por policiais militares dentro da sede da Unidade de Polícia Pacificadora da Rocinha em julho de 2013, se transformou em símbolo de resistência e luta da sociedade civil contra a violência do Estado. O caso Amarildo foi o estopim não apenas para a mobilização de outras comunidades, mas principalmente para expor as fragilidades de um projeto de segurança pública militarizado.
O assassinato do ajudante de pedreiro Amarildo, após uma sessão de tortura por parte de policiais da UPP da Rocinha em julho de 2013, trouxe à tona fundamental discussão sobre a política de segurança pública do Rio de Janeiro. Esse é o mote do documentário O Estopim, de Rodrigo Mac Niven, que será lançado na Première Brasil do Festival do Rio no dia 29 de setembro, às 17h, no Cine Lagoon.
O filme usa o caso de Amarildo como pano de fundo para falar sobre a militarização do projeto de governo e denuncia o que vem acontecendo na rotina das comunidades cariocas desde a implantação das UPPs.
Com cenas de ficção vividas pelo ator Brunno Rodrigues na pele do Amarildo, o documentário tem como fio condutor o líder comunitário da Rocinha Carlos Eduardo Barbosa, o Duda, amigo da família do ajudante de pedreiro. Meses antes do desaparecimento de Amarildo, no dia 14 de julho de 2013, Duda já havia denunciado ao Ministério Público os abusos policiais na comunidade. Até hoje, ele luta para que outros casos como este não voltem a acontecer.
A história de vida e coragem do líder comunitário foi o que motivou Rodrigo Mac Niven, diretor e roteirista, a fazer o filme. “A coragem da família e dos amigos de Amarildo se transformou em símbolo de resistência e luta da sociedade civil contra a violência do Estado. O caso Amarildo foi o estopim não apenas para a mobilização de outras comunidades, mas principalmente para expor as fragilidades de um projeto de segurança pública militarizado. Essa história precisava ser retratada”, afirma Rodrigo Mac Niven.
O Estopim foi realizado em menos de um ano, desde a pré-produção até a finalização, de forma independente e colaborativa. Os cerca de 40 profissionais envolvidos foram convidados pelo diretor e aceitaram entrar no projeto por acreditarem na causa e na importância da discussão proposta no documentário.
O assassinato do ajudante de pedreiro Amarildo, após uma sessão de tortura por parte de policiais da UPP da Rocinha em julho de 2013, trouxe à tona fundamental discussão sobre a política de segurança pública do Rio de Janeiro. Esse é o mote do documentário O Estopim, de Rodrigo Mac Niven, que será lançado na Première Brasil do Festival do Rio no dia 29 de setembro, às 17h, no Cine Lagoon.
O filme usa o caso de Amarildo como pano de fundo para falar sobre a militarização do projeto de governo e denuncia o que vem acontecendo na rotina das comunidades cariocas desde a implantação das UPPs.
Com cenas de ficção vividas pelo ator Brunno Rodrigues na pele do Amarildo, o documentário tem como fio condutor o líder comunitário da Rocinha Carlos Eduardo Barbosa, o Duda, amigo da família do ajudante de pedreiro. Meses antes do desaparecimento de Amarildo, no dia 14 de julho de 2013, Duda já havia denunciado ao Ministério Público os abusos policiais na comunidade. Até hoje, ele luta para que outros casos como este não voltem a acontecer.
A história de vida e coragem do líder comunitário foi o que motivou Rodrigo Mac Niven, diretor e roteirista, a fazer o filme. “A coragem da família e dos amigos de Amarildo se transformou em símbolo de resistência e luta da sociedade civil contra a violência do Estado. O caso Amarildo foi o estopim não apenas para a mobilização de outras comunidades, mas principalmente para expor as fragilidades de um projeto de segurança pública militarizado. Essa história precisava ser retratada”, afirma Rodrigo Mac Niven.
O Estopim foi realizado em menos de um ano, desde a pré-produção até a finalização, de forma independente e colaborativa. Os cerca de 40 profissionais envolvidos foram convidados pelo diretor e aceitaram entrar no projeto por acreditarem na causa e na importância da discussão proposta no documentário.
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