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sexta-feira, maio 24, 2019
quinta-feira, dezembro 06, 2018
Os filhos da FLUP com pai Januário
Dia 5 de dezembro de 2018. Faltando menos de um mês para o Apocalipse. Nos reunimos sob a batuta de Márcio Januário, no acolhedor espaço do Centro Cultural Midrash no Leblon, ZS carioca.
Em comum, o fato de temos sido tornado amigos através da Flup, ou melhor, através do trabalho de Júlio Ludemir e Écio Salles. Somos todos apaixonados uns pelos outros. E neste dia Márcio Januário segurou cada uma das pontas desta rede e juntou. Saí de casa pra rever amigos e acabei vivendo um momento histórico.
Na arte, só faltou incluir a Verônica Lessa (editora/produtora), a Patrícia Hanna (produtora) e a namorada do Raphael Ruvenal, que por não sei que motivo, ele não apresentou ao grupo. Hoje em dia é moda os homi não apresentarem seus afetos. É o terceiro amigo que conheço que leva namorante par avento e mantem ela invisível.
Nota: perguntar pro gajo aos berros "quem é essa moça?" quando isso acontecer de novo.
Faltou também desenhar os companheiros do Midrash. Mas pode ser noutra ocasião.
Aqui um desenho de data anterior, na FLUP, essa que nos uniu, ocorrida em novembro anterior na Biblioteca Parque Estadual.
São os slammers da Flup.
Obrigada Écio e Júlio.
Amamos vocês.
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domingo, julho 24, 2016
Mucho con Poco Brasil 2016
Na manhã de 23 de julho de 2016 na Casa da Juventude, Pedra do Sal, Gamboa.
Eu e meus companheiros ativistas. Viva a Democracia plena!
Eu e meus companheiros ativistas. Viva a Democracia plena!
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sábado, junho 25, 2016
FLUPP–Pensa no Salgueiro
Compositor Miudinho, campeoníssimo dos sambas enredo do Salgueiro, foi quem no ergueu no morro com sua van.
Mostrou orgulhoso as fotos de suas premiações, entre estas o Estandarte de Ouro 2014 pelo melhor samba enredo, e as fotos de seu neto David.
Me contou que o próximo enredo campeão – dele sim! – será o da Divina Comédia do Carnaval.
Bonito letreramento do ponto de mototaxi.
A arte começa ali no pé da ladeira.
Ecio Salles abrindo a programação.
Carioca, flamenguista e apaixonado pelo carnaval, Fábio Fabato é jornalista, escritor e um dos maiores conhecedores da história das escolas de samba do Rio. Tem cinco livros publicados, quatro deles ligados à folia da cidade, como “Pra tudo começar na quinta-Feira: o enredo dos enredos”(obra oficial dos 450 anos do Rio de Janeiro, escrita em parceria com o historiador Luiz Antonio Simas) e o romance “Louvre-Rivoli: estação partida”. Fábio também é o organizador da premiada série de livros “Família do carnaval”, biografias em crônicas de 14 grandes agremiações, além de comentarista de rádio e televisão.
Ricardo Teperman é músico e antropólogo, doutorando no departamento de Antropologia Social da USP. É editor da Revista Osesp, editor executivo da revista Novos Estudos (Cebrap) e professor no programa de pós-graduação em Canção Popular da Faculdade Santa Marcelina. É autor do livro Se liga no som – As transformações do rap no Brasil (Coleção “Agenda Brasileira”, ClaroEnigma, 2015) e lançou os CDs A Torcida Grita (2007) e Geringonça (2009), entre outros.
Ana Maria Moura.
Rolou denúncia sobre direitos autorais dos compositores do samba!
Os saraueiros do Salgueiro.
Aqui diz que é quinta,
mas na verdade é no último sábado de cada mês,
entre 19 e 22h. E é muito bom!
Olha que lindo o mural com o Caxambu!
Caxambueiras.
Noite favorável, sossego de cidade do interior. Repara na vista...
Mestres do Caxambu.
Na padá do Caliel.
A expo das fotos!
Começo do Sarau poético, com apresentação e falas sobre a tradição do Caxambu. Firme, forte e poderosa.
Porque amo detalhes arquitetônicos.
Piso de cimento queimado no xadrez
com placas de azulejo hidráulico,
sem juntas de dilatação.
Kátia, professora, também uma das organizadoras do Sarau dos Descabelados, sensacionalizando, maravilhosa. Gravei em vídeo uma parte que deu com o restinho da bateria.
"A Caliel bar padaria e mercearia é um espaço a serviço da comunidade salgueirense. Praticamente dentro da Floresta da Tijuca, a padaria é palco de diversas atividades culturais como o Sarau Quintas Poéticas, os ensaios do grupo Caxambu do Salgueiro e o projeto Troca troca de livros, além de servir quitutes divinos e pratos típicos com gostinho mineiro. Vale a pena conhecer!""
Essa linda casa em ruínas, é a casa dO Salgueiro, português que deu seu nome ao morro, a comunidade, a este pólo de cultura da cidade do Rio de Janeiro. Deveria estar protegida, inaugurada como centro histórico, mas ainda não está.
Se a cidade fosse nossa...
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